• Postado por Tiago

Entre os desafios do circuito de cicloturismo está a manutenção do roteiro. O presidente da ACBC, Fernando Baumann, explica que a intenção é percorrer trechos do trajeto a cada dois meses e duas vezes por ano fazer o trajeto completo. Nessas viagens, o objetivo é conhecer quais são as condições do circuito e ajudar na preservação. Em média, cada trecho varia de 40 a 50 quilômetros.

Fernando, que já pedalou de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, a Buenos Aires, na Argentina, destaca que a associação tem grandes perspectivas em relação ao circuito que surgiu no embalo do roteiro do Vale Europeu, também na Santa & Bela. “A expectativa é atrair turistas”, lembra. Na Alemanha, por exemplo, o setor ligado ao ciclismo movimentou cerca de seis bilhões de euros em 2007.

Durante a definição do caminho, que teve a assessoria dos técnicos da Amfri, a associação de ciclismo se empenhou principalmente na instalação da sinalização funcional. Trata-se de uma marcação amarela encontrada nos postes que ajuda o ciclista a identificar a direção correta. Com a definição do trajeto, estão sendo elaborados totens com todas as informações turísticas dos trechos por onde o circuito de cicloturismo passa. “O grande barato é a integração cultural que o circuito permite”, acrescenta Fernando.

Uma outra preocupação é a orientação da comunidade. Conforme Fernando, ainda existe um preconceito grande com quem anda de bicicleta. “Vamos informar o que é cicloturismo”, destaca. O presidente da associação acrescenta que quem ainda tem preconceito em relação a quem pedala esquece que existem bicicletas que custam mais que um carro. E então, vamos pedalar?

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