• Postado por Tiago

thumbphp-11Inconformado com o preço cobrado por um botijão de gás de cozinha, um carinha do Paraná decidiu economizar. O gênio escondeu o botijão na mala do carro, encoberto pelo carpete, foi em um posto de combustíveis às margens da BR-116, em Curitiba, fez uma ‘gambiarra’ e ligou a tubulação que deveria estar conectada ao cilindro de gás natural.

Com  isso, o gás natural foi direcionado para o botijão de GLP. Só que ele não sabia que as pressões aplicadas aos botijões são bastante diferentes. Enquanto o GLP (cozinha) aguenta  uma pressão próxima de 15 atm (pressão atmosférica), o cilindro para GNV (veículos) recebe o gás natural em altas pressões, que variam de 180 atm a 220 atm.

Nisso, ocorreu o rompimento súbito e violento do botijão com deslocamento de ar, porém sem fogo, mas que destruiu o veículo. Pedaços do carro  voaram mais de 80 metros, sem ferir ninguém.

Para economizar R$ 30, ficou sem o carro. O seguro não cobre sinistros dessa espécie.

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