• Postado por Tiago

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O começo ruim do Avaí

O Avaí ainda não tem um time pronto para enfrentar a série A. Só vibração não ganha jogo. Talvez sirva para segurar o Flamengo no Maracanã, ponto ganho, mas é pouco para em casa passar por adversários superáveis como Atlético Mineiro e Coritiba, quatro pontos perdidos. Além do mais, há um conflito escancarado entre os interesses do clube e da parceria e, no meio disto, um treinador perdido, escalando mal e substituindo pior ainda. Um dos pecados da tal parceria é a briga com Falcão, empresário do garoto Medina, um lateral jovem que deveria ser titular, mas que já ficou fora até do banco. Silas entende que assim é melhor ou os parceiros é que estão determinando a escalação de Ferdinando e Uendel, laterais que deixam o time sem jogadas pelo lado do campo? Os recém-chegados estão tendo mais oportunidades que antigos titulares de bom rendimento. Pingo, volante que nem reserva era e cuja negociação havia sido anunciada pelos donos do seu passe, de repente virou titular, deixando no banco pratas da casa mais eficientes. Quem sabe estejam aí algumas das razões para esse começo hesitante do Avaí.

Tocou o despertador

O bom time da Portuguesa veio a Florianópolis para colocar um pouco d’água no braseiro aceso com as vitórias sobre Ipatinga e ABC. Foi a primeira derrota do Figueirense junto com a quebra de uma invencibilidade de 10 jogos do técnico Roberto Fernandes. O time mostrou deficiências e a torcida sentiu, começando a pressão tão comum nas arquibancadas do Orlando Scarpelli. O clube e seu novo parceiro terão que agir rápido para que a euforia das duas primeiras rodadas não vire fumaça e decepção. A zaga e o meio campo mostraram fragilidade já na primeira rodada, apesar dos 3 a 0 sobre o Ipatinga, e o ataque não pode viver com uma só andorinha (Rafael Coelho) fazendo verão.

Insuperável e impune

Duvido que alguém faça durante este Brasileiro arbitragem pior que a do carioca Marcelo de Lima Henrique no jogo entre Avaí e Coritiba. Indeciso e trapalhão, usou critérios diferentes para situações iguais. Distribuiu mais de 10 cartões amarelos e deixou de expulsar um jogador do Coritiba que já tinha cartão amarelo e tocou a mão na bola de propósito duas vezes. Além de não ter marcado um pênalti claro em favor do Avaí. Este árbitro é conhecido por lambanças feitas no Rio de Janeiro, sua sede, e continuará fazendo em outros estados. Mas pobre do jogador, técnico ou dirigente que falar mal das arbitragens. Os tribunais não perdoam, é gancho na certa.

Futebol de terceira

Foi o que apresentaram, em casa, o Criciúma – no empate com o Marília e o Marcílio Dias – na derrota para o Caxias. Os dois representantes catarinenses na série C começaram a colher o que plantaram.

Carne de pescoço

A série B ficou mais difícil este ano. Vasco pelo Rio de Janeiro, Guarani, Portuguesa e Ponte Preta, a força paulista, são favoritos para as quatro vagas do acesso. Quem poderá derrubar pelo menos um deles?

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