• Postado por Tiago

O Ministério Público quer que a prefa de Balneário Camboriú responda tintim por tintim como funcionam as regras pra colocação dos deques na frente de bares e restaurantes da avenida Atlântica. O promotor Rosan da Rocha quer saber se a norma tá de acordo com as leis e se os pedestres tão com espaço suficiente pra caminhar. “Abri procedimento pra analisar se é legal que os comerciantes usem o passeio como parte do estabelecimento, e se não há prejuízos”, lascou.

Os trambolhos foram instalados no mês passado por exigência da prefa. A ideia surgiu depois que a administração levou um puxão de orelha do MP, pra acabar com a onda de ocupação irregular das calçadas. Os comerciantes ganharam um prazo pra construir as passarelas, que, pelos planos do prefeito Edson Periquito (PMDB), também deverão ser estendidas pra avenida Brasil e a avenida Central em breve.

O promotor diz que concorda com a novidade, mas tá com a pulga atrás da orelha por conta do espaço que as baitas passarelas tão ocupando nos passeios. “De certa forma, os deques são justificáveis porque delimitam o espaço que será usado pelos comerciantes e evitam que ocupem a calçada toda. Mas minha preocupação é que, em determinados lugares, cadeirantes e idosos não possam passar”, disse.

Dotô Rosan promete que vai bizolhar de perto o tamanho dos deques, pra que não fiquem maiores que as fachadas dos botecos. “Vou determinar que usem apenas o espaço da fachada do estabelecimento”, contou.

Nada de cadeira na praia

Na semana que vem, o promotor também vai se reunir com os abobrões da prefa pra deixar bem claro que não quer saber de barzinhos esparramando cadeiras, mesas e o escambau na areia pra turistada. A medida, que já vale desde outros carnavais, impede que os donos de botecos confundam a praia com a casa da mãe Joana e ocupem espaço público. “Vou pedir à prefeitura que intensifique a fiscalização”, avisou dotô Rosan.

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