• Postado por Tiago

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Altura da tabela e dimensão da quadra são as mesmas

Ao assistir a uma partida de basquete sobre rodas logo se observa que as regras são semelhantes a do basquete dos andantes. O tamanho da quadra, a soma de pontos, o número de jogadores pra cada lado e a altura da cesta são os mesmos.

A firmeza em anotar faltas é a mesma. Uma falta técnica é cobrada sempre que um jogador demonstrar conduta antidesportiva, eleva-se do assento tira os pés do descanso ou usa outra parte do corpo que não as mãos pra frear ou manobrar a cadeira. Como os atletas obrigatoriamente jogam sentados, alterações na regra foram necessárias. Uma delas é que o jogador só poderá impulsionar as rodas duas vezes antes de driblar, passar ou arremessar a bola.

Em relação aos jogadores, o técnico tem que ser bom de conta. Cada jogador recebe individualmente uma pontuação conforme sua deficiência ou limitação física. A soma de pontos dos cinco jogadores em quadra tem sempre que dar 14. A pontuação pra cada atleta varia de um a 4,5 pontos, sendo que quanto menor o valor, mais limitações tem o jogador.

?É o mesmo que escolher pela deficiência quem vai jogar. O atleta com pontuação mais alta tem menos comprometimento. Para esses jogarem tem que ter os mais comprometidos que, em geral, são os lesados medulares. O grande problema é durante o jogo ter que fazer as substituições e não esquecer da conta. Tem vezes que tem que tirar dois para colocar um. É matemática pura?, comenta o técnico Maurício de Paula.

Em relação à cadeira, preferencialmente cada atleta tem que ter a sua. Feitas sob medida, darão melhor desempenho ao jogador. O preço não é dos mais doces. Uma cadeira personalizada que dê mobilidade, agilidade, seja leve, construída dentro dos padrões do esporte e que guente o tranco pode custar pelo menos R$ 2 mil.

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