• Postado por Tiago

A sede da Zona Azul da capital amanheceu fechada nesta segunda-feira. Com isso, os monitores que entraram em greve na quinta-feira à tarde pela segunda vez em 10 dias não conseguiram retomar as atividades após terem sido ameaçados de perder o emprego na sexta. A turma havia cruzado os braços por causa dum projeto de lei que tramita na câmara que prevê a privatização do setor. “Dizem que foi feito um comunicado pela internet que era para os monitores se apresentarem na sede do instituto de Planejamento Urbano (Ipuf). Só que poucas pessoas ficaram sabendo. Porém, isso não é desculpa para manter a sede fechada, uma vez que todo o nosso material de trabalho está lá dentro”, reclama Alexandre Fernandes, o agitador dos monitores.

Enquanto uma pequena parte dos mais de 260 monitores aguardava um posicionamento sobre retornar às atividades, outra turma correu pra sede do Ipuf em busca de emprego. É que a prefa iniciou o processo de contratação de pessoal pra dar conta de cobrar o estacionamento em Floripa. “A cobrança não pode ser iniciada no período da manhã porque este pessoal que veio em busca da vaga precisa passar por uma rotina de contratação, que inclui exames e treinamento. Esperamos normalizar a situação na terça-feira”, garante o diretor operacional do Ipuf, Giovani Reis. A prefa prevê a contratação de 50 novos monitores. Ontem, só 30 interessados apareceram.

Sobre a sede estar fechada, Giovani alegou que houve o comunicado ainda na sexta-feira que tanto no sábado quanto ontem não ia rolar atividade no prédio. Monitores que foram ao Ipuf não foram às ruas cobrar estacionamento nas áreas públicas. A turma ajudou na agilização da contratação e treinamento dos novos colegas de trabalho.

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