• Postado por Tiago

Jair pede uma solução urgente pra prefa

Há três meses, Jair Moraes, 57 anos, foi morar no final da rua Gervásio de Souza, na Meia Praia, em Navegantes. Desde então convive com o lamaçal que se forma na rua. Como a vizinhança tava reclamando pacas, na segunda-feira os peões da prefa deixaram o começo da rua um brinco. Só que os barnabés esqueceram dos 50 metros finais da rua, que continuam um nojo. Jair foi até a prefa e a assessora do prefeito informou que até o final do dia o subprefeito do bairro passaria pelo local. O bagrão não apareceu e o seu Jair ficou doido da vida.

O morador conta que a rua tá uma nojeira. ?Ninguém consegue passar lá?, lasca. A situação é tão feia, que ele e uma vizinha caíram de moto por causa da lama. A causa do lamaçal seria o intenso tráfego de caminhões, que vão buscar lenha no final da rua.

Além disso, ele diz que há três semanas o caminhão de lixo não passa no trecho onde mora e quando a prefa foi arrumar o começo da rua a patrola atolou. Na segunda-feira, Jair achou que o problema dos moradores tinha sido resolvido, mas quando viu que o final da rua continuava igual, bem onde mora, ficou louco. O morador ainda ficou sabendo que a prefa tinha desperdiçado duas carradas de aterro num lixão.

Na manhã de terça-feira, o dengo-dengo foi até a prefeitura pedir explicações. A assessora do prefeito, Andrea Silva, informou que comunicaria o subprefeito e que ele iria até o local no mesmo dia. Jair esperou em casa, mas Valmir Cézar Francisco, o Cheiro, não apareceu. Cansado de esperar, resolveu meter a boca na prefa.

É só o tempo abrir

O subprefeito da Meia Praia explicou que para arrumar o trecho final da rua, a prefa teria que usar um material melhor, já que ali não há sistema de esgoto e nem de escoamento de água. O subprefeito afirma que tem o material e que só faltam os dias ensolarados para começar o trabalho. O bagrão diz que precisa de pelo menos três dias sem chuva e como na madrugada de terça-feira choveu, não pôde continuar a obra no dia seguinte.

Sobre as carradas de terra jogadas no lixão, ele diz que são as que foram retiradas da arrumação da rua e por isso não podem ser usadas. Cheiro ainda contou que foi até a rua na tarde de terça-feira, conversou com alguns moradores e não conseguiu achar Jair.

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