• Postado por Tiago

Em menos de cinco dias, o DIARINHO recebeu duas denúncias do povão que não consegue registrar boletim de ocorrência na depê de Navegantes. Ontem, um morador do bairro São Paulo não pôde registrar um boletim de ocorrência na polícia civil e foi orientado a procurar a polícia militar.

Na noite de segunda-feira, Marcelo Crivelari, 24 anos, foi expulso de sua casa, no bairro São Paulo. Ele contou que sua muié tava revoltada, desceu o sarrafo nele e rasgou os seus documentos. Como Marcelo não bate em mulher, o cara foi atrás dos seus direitos na depê. Ele queria registar uma queixa sobre o ocorrido.

Por volta das 20h30, bateu na delegacia, mas deu com os burros n´água. A porta tava fechada e, como havia uma campainha, resolveu tocou pra ver o que acontecia. Tocou e um policial apareceu, disse que tava sozinho e que o registro de BOs só podia ser feito a partir das 8h30. Marcelo, que é natural do Paraná, teve que passar a noite ao relento.

O leitor ficou indignado mesmo foi no dia seguinte. Quando apareceu na depê, o tira teria dito que não tinha o que registrar e simplesmente o mandou procurar a PM. Marcelo saiu da depê com os documentos rasgados e sem saber o que fazer.

Tem que ter denúncia oficial

O delegado de Navegantes, Savério Sarubbi, explica que para o descaso no registro de ocorrência seja investigado, Marcelo terá que formalizar a denúncia. O dotô aconselha o leitor a procurar a delegacia da city ou ir direto na corregedoria, na delegacia regional em Itajaí.

O delegado falou que a campainha na porta da depê existe, não por falta de policial, mas por causa do frio. A porta fica fechada e quando alguém chega, toca a campainha e um policial vem atendê-lo.

Esta é a segunda denúncia contra a depê. A primeira foi publicada na edição de ontem, por um comerciante que foi expulso da delegacia e não pode registrar a queixa.

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