• Postado por Tiago

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Nã nã ni na não… Por aí, não dá mais pra ir…

Alguns moradores da rua Ernesto Kobarg, no São João, em Itajaí, ficaram revoltados com a mudança que o pessoal da prefa fez no sentido da via. Muitos comerciantes dizem que foram prejudicados com a história de transformar a rua em mão única, já que inviabiliza o estacionamento dos clientes. Nem mesmo o busão não tá mais passando por lá.

A comerciante Márcia Valéria é uma das que reclama. Disse ao DIARINHO que a mudança desagradou moradores e comerciantes da rua, e que o pessoal já fez até um abaixo-assinado pedindo o retorno da mão-dupla. ?Eles (o pessoal da Codetran) anunciaram que os moradores é que pediram a mudança, mas já verificamos que não é verdade, pois todos querem que a rua volte a ser de dois sentidos?, afirmou.

Luciano, que é dono de uma oficina mecânica bem perto da escola municipal João Duarte, disse que o pedido partiu do pessoal da associação de pais e professores da escola e que rolou apenas pra regulamentar o estacionamento em um lado só da rua. ?Concordamos que o trânsito nos horários de entrada e saída dos alunos estava impossível, mas agora complicou ainda mais a situação. Eles sequer ouviram o pessoal que mora na rua, pra ver se era essa realmente a solução?, lascou.

Luciano conta que alguns moradores mais exaltados estão querendo fazer uma manifestação e fechar a rua. ?Muitos moradores disseram que vão mandar fazer faixas solicitando a mudança e colocar bem na frente de cada casa?, completou.

José Alvercino Ferreira, chefão da Codetran, disse que o sentido das ruas Ernesto Kobarg e João Vechame foram alterados por causa do perrengue que se formava todos os dias nos horários de entrada e saída dos alunos da João Duarte. ?Chegamos à conclusão de que só tinha essa maneira de tentar fazer o trânsito fluir nas duas ruas. Sabemos que pros comerciantes a medida não foi boa, mas não podemos pensar somente neles?, argumentou.

O abobrão da Codetran diz ainda que será feito um teste, de 60 a 90 dias, pra ver se o problema se resolve. ?Caso não resolva, vamos novamente pensar numa melhor solução. Nos dois primeiros meses não iremos notificar ninguém, apenas orientar?, completou.

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