• Postado por Tiago

Francisco Borba, 43 anos, tá vivendo o maior perrengue com a polícia desde a semana passada. Na quinta-feira, dia 16, ele tava andando por Itajaí, quando viu um caminhão parecido com o seu, roubado há três anos no município de Canoas, no Rio Grande do Sul. O cara achou que finalmente colocaria a mão em seu brutu, mas o seu sonho tá longe de se tornar realidade.

Depois de ver o caminhão, Francisco, que mora em Barra Velha, seguiu o caminhão pela BR-101 e ligou para a polícia rodoviária federal (PRF), que apreendeu o veículo. A PRF mandou o caminhão pra perícia em Joinville. Na city, os peritos teriam comprovado que ele tava todo adulterado e o chassi tinha marca de raspagem. Francisco também reconheceu algumas partes do brutu, como o fundo da tábua, que ele mesmo botou na cabine.

O problema é que o delegado Marco Aurélio Marcucci, da depê de Barra Velha, não teria aceitado o caminhão. Ele não aceitou a perícia feita em Joinville e não explicou o motivo do beicinho. Marcucci só concordou em investigar o caso, depois que a PRF decidiu registrar um boletim de ocorrência.

Pra completar o bafão, na terça-feira desta semana, o advogado do caminhoneiro foi até a depê pra tentar agilizar as investigações e o delegado Marcucci teria dado um corridão nele. Francisco conta que entrou na justiça para conseguir o veículo divorta, já que na polícia a coisa tá braba.

Não vai entregar

O delegado Marcucci afirma que não vai entregar o caminhão nem para Francisco e muito menos para a outra pessoa que também se diz dona. Marcucci explica que, antes de liberar o veículo, precisa seguir uma série de normas e que não aceitou a perícia de Joinville porque a depê de Barra Velha está subordinada à comarca de Itajaí, por isso a perícia deveria ser realizada na city peixeira. “Só vou entregar quando vier o laudo da perícia ou se a justiça mandar”, lasca o dotô. O delegado explica que não aceitou o caminhão inicialmente porque eles não registraram um boletim de ocorrência.

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