• Postado por Tiago

Fotos: Rubens Flôres

O furdunço começou cedo em Floripa. Às 7h, conforme o prometido, o sistema de transporte coletivo da região metropolitana da capital parou. Pelo menos 180 mil pessoas ficaram a pé a partir deste horário, o que aumentou em pelo menos 50% o fluxo de veículos nas ruas. “Da frota de 300 mil carros que circulam só na ilha por dia, este volume teve um aumento considerável. É bom que as pessoas tenham paciência e se programem para se deslocar principalmente naqueles horários que frequentemente há mais fluxo de veículos”, alerta o comandante do 4º batalhão da PM, tenente coronel Newton Ramlow.

Pelo menos 14 veículos foram depredados. De acordo com a PM, porque alguns trabalhadores tentaram sair pra cumprir a ordem da justiça de manter 20% da frota funcionando em horários fora de pico e 50% naqueles em que a coisa pega.

Até o meio da tarde desta terça-feira não havia indicativos de que a greve pode terminar. As empresas convocaram os trabalhadores pra trampar mas ninguém deu as caras. Pra pressionar, abriu contratação imediata de pessoal.

Vans rodaram a cidade o dia inteiro pra atender à demanda

Vans rodaram a cidade o dia inteiro pra atender à demanda

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O comércio foi prejudicado. Lojas não abriram ou funcionaram com menos funcionários. As empresas maiores deram conta de buscar seus colaboradores.

No terminal do centro, plataformas vazias

No terminal do centro, plataformas vazias

Como das outras vezes, povão foi largado no meio da rua, entre os busos, correndo até risco de serem atropelados.

Como das outras vezes, povão foi largado no meio da rua, entre os busos, correndo até risco de serem atropelados.

No terminal da Trindade, as plataformas foram usadas pra estacionar os veículos.

No terminal da Trindade, as plataformas foram usadas pra estacionar os veículos.

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