• Postado por Tiago

Tão valendo, a partir de hoje, as novas regras para o planos de saúde coletivos. “A intenção é estabelecer claramente quem pode contratar, definir novas regras para carência, intervir sobre o reajuste, o que ocorria várias vezes num mesmo ano”, explica Aléxia Ferreira, chefe de gabinete da agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), órgão do governo que aprovou as mudanças.

A principal mudança está no período de reajuste. Agora, o valor da mensalidade tem que permanecer, pelo menos, 12 meses no mesmo patamar. Outra mudança é sobre as informações que os planos têm que obrigatoriamente fornecer para os clientes. As operadoras dos planos terão que fornecer aos segurados um guia de leitura contratual e um manual para contratação de planos de saúde. Tudo isso, na hora em que o contrato for fechado. “Muitas vezes o beneficiário não conhece as diferenças entre um plano coletivo e um empresarial. A orientação pretende que ele tenha clareza da contratação que está fazendo”, explica Alexia.

Também houve mudanças na regra de cancelamento do contrato sem motivo e na forma de pagamento. O usuário não poderá deixar o plano antes de 12 meses. O pagamento das mensalidades não pode mais ser feito diretamente à operadora. Quem repassa a grana é a empresa que fez o contrato coletivo.

Pela agência Nacional de Saúde Suplementar, mais 52 milhões de brazucas têm planos de saúde privados. A grande maioria deles (75%) em planos coletivos empresariais ou por adesão (contratados por meio de associações e sindicatos).

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