• Postado por Tiago

O tribunal da dona justa deu um baita cala boca na traficante Liliane Mendonça Pinheiro, grampeada com nada menos que 8,5 quilos de pedras do capeta e 28 gramas de maconha em Porto Belo. A muié, que foi condenada a quatro anos e dois meses de prisão, queria ganhar um refresco e responder pela bronca em liberdade. O desembargador Hilton Cunha Junior, que caneteou a sentença, negou o pedido e a mandou ficar atrás das grades.

Apesar de ter sido pega no flagra, com uma baita quantidade de porcarias, Liliane alegou que era ré primária e nunca teve pendengas com a dona justa. Disse ainda que tem bons antecedentes, e garantiu que nunca fez parte de nenhuma quadrilha.

Como prêmio por ser tão boazinha, queria ficar presa em regime aberto, aquele em que o enjaulado só precisa aparecer no cadeião pra assinar o nomezinho. Além disso, pedinchava uma redução da pena e a devolução dos R$ 1,5 mil que foram grampeados junto com ela pela polícia militar. A tansa jura que recebeu a grana por fazer umas faxinas.

Mas os argumentos não convenceram o dotô, que decidiu manter a decisão da justa de Porto Belo. O desembargador lascou que tráfico é crime hediondo, por isso os traficantes não podem responder em liberdade. Carcou ainda que a quantidade de droga guentada com a muié torna impossível a redução da pena.

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