• Postado por Tiago

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Procura pelas máscaras e pelo álcool em gel aumenta a cada dia

O povão peixeiro tá desesperado e confiando no uso do álcool em gel pra se livrar da gripe porca. No Itajaí, o produto já começa a faltar nas farmácias. As máscaras, em compensação, podem ser encontradas com facilidade.

Na Droga Farma, que fica na avenida Ministro Luiz Galotti, no bairro Cidade Nova, máscaras quase não se vendem, mas álcool em gel tá em falta. ?O pessoal tá procurando bastante e o pior é que nem as distribuidoras têm o produto disponível?, conta o gerente Érik Leonardo.

Na Drogaria Catarinense da rua Hercílio Luz, o mesmo problema. Quando os clientes perguntam do álcool em gel a resposta é a mesma: ?Não temos mais. Está em falta?. A funcionária Carla Lira contou que as vendas aumentaram nos últimos dias e que há uma semana o produto tá em falta. Mas as máscaras ela garante que ainda estão disponíveis.

Nos Cordeiros, a situação é tranquila porque o dono da Farmácia Luciano se adiantou. Quando começaram as especulações da gripe porca o estoque foi renovado. ?Nós ainda temos álcool em gel e máscaras disponíveis?, disse a gerente Renata Moser Rampeloti. Ela relata que a procura pelos produtos contra o vírus aumentou nos últimos 10 dias e que só no mês passado 1,5 mil máscaras foram vendidas.

Mais de 130 casos na central

Na central de atendimento da gripe porca, que fica no bairro São João, os pacientes recebemr uma máscara e têm à disposição álcool líquido pra passar nas mãos. Hilda explica que o produto serve pra eliminar as bactérias externas, mas o uso de sabonete também serve. ?O importante é sempre lavar as mãos. Usando um sabonete líquido, o efeito é o mesmo do álcool em gel?, garante.

Desde segunda-feira, quando a central de atendimento foi montada no bairro São João especialmente pra atender os moradores com os sintomas, 136 pessoas já pintaram por lá. Uma média de 45 atendimentos por dia. ?O pessoal vem mais em busca de orientação. Eles ainda têm muitas dúvidas?, disse a coordenadora do local, Hilda Wippel.

O centro funciona bem em frente à igreja e em horário comercial. Quatro técnicos de enfermagem, uma enfermeira e dois médicos clínicos são responsáveis pelo atendimento ao povão. ?As pessoas que precisam ser medicadas já saem daqui com os remédios. Os casos mais graves nós encaminhamos ao hospital?, explica a coordenadora.

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