• Postado por Tiago

Jocelito Neres, 35 anos, o Índio, deve ter o corpo fechado. O cara foi peneirado com seis tiros enquanto caminhava por Itapema, mas não morreu. A tentativa de assassinato rolou pelas 22h do domingão, na rua 810 B, no bairro São Bento. Dois menores foram presos acusados de fazer a fita, mas foram liberados. A polícia civil já tem um suspeito pro crime.

Índio passava em frente à casa 381 quando encontrou um desafeto. Os dois bateram boca e a vítima levou a pior. O inimigo sacou uma pistola calibre ponto 40, aquela que deveria ser de uso exclusivo da polícia, e descarregou. Os balaços cravaram peito, braço e rosto de Jocelito, que caiu na rua sangrando muito. Ele foi socorrido e levado pro hospital Santa Inês, de Balneário Camboriú. Passou por cirurgia, permanece internado e não há previsão de alta. Enquanto o socorro rolava, o atirador simandou diapé.

O delegado Carlos Dirceu tá investigando o rolo. Conversou com os milicos que atenderam a ocorrência e com a irmã da vítima, que bateram um papo com Índio enquanto ele era socorrido. Na ambulância o baleado deu o nome do atirador. “Estamos esperando ele ficar em condições de falar pra gente tomar o depoimento dele e esclarecer”, disse o dotô. A vítima se recupera da cirurgia e por enquanto não pode falar nada.

Pro delegado, a treta estaria relacionada ao tráfico de drogas. Carlos Dirceu diz que Índio também não é flor que se cheire e estaria metido com a venda de porcariada pelo bairro. Teria batido de frente com um trafica da área que quis resolver a situação na bala.

Dois presos

Minutos depois de rolar a tentativa de assassinato, os meganhas saíram em rondas pela região. Encontraram dois dimenores, com características parecidas com a do atirador, dando uma voltinha pela rua 902, no Alto São Bento. Embora eles não estivessem com a arma do crime e jurassem não ter nada a ver com os balaços, levaram uma geralzona. Os meganhas foram até a baiuca deles, onde acharam uma espingarda.

Com o flagra, os dois moleques foram levados pra delegacia. Eles bateram um papo com a polícia civil, mas acabaram liberados por não haver provas do envolvimento no crime. A espingarda foi apreendida.

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