• Postado por Tiago

“Gostaria de expressar a minha indignação pela maneira como vocês se referiram ao evento do GIDEÕES, nas páginas 10 e 11 da edição do dia quatro de maio. A linguagem que vocês utilizaram é um tanto quanto ofensiva para o povo evangélico e os artigos escritos são totalmente tendenciosos e desrespeitosos. Acho que esse tipo de preconceito é desnecessário sabendo da grandiosidade do evento e principalmente pelo objetivo da causa do evento, sem contar os benefícios econômicos gerados para a região.

Ass: Claudinei Flávio, de Joinville

(Transcrito ipsis litteris)

NdaR: Flávio, o DIARINHO não teve, em qualquer momento, intenção de usar uma linguagem ofensiva ao povo evangélico, como você se referiu. O jornal usa uma linguagem popular, a mesma falada pelo povão no seu dia-a-dia. Qualquer matéria, estejam evangélicos, católicos, umbandistas, kardecistas, muçulmanos, budistas, judeus ou ateus envolvidos, utilizará a mesma linguagem. Nesse caso vale a igualdade de tratamento: os gideões não podem ter o direito de ser tratados de maneira diferente só porque são evangélicos. Se você ler novamente as matérias da reportagem especial sobre os Gideões, também perceberá que não houve qualquer desrespeito à questão religiosa – até porque o DIARINHO sempre combateu os preconceitos, sejam eles quais forem. As matérias relataram a presença massiva do público no maior evento missionário evangélico do mundo, do comércio que lucra com tanta gente no evento, das atrações, da história de três décadas do encontro, da venda de mercadorias piratas pelas ruas da cidade [em que a organização do evento com certeza não tem envolvimento] e até de um pastor deputado que reúne multidões em seus cultos e faz o espetáculo na base da berraceira. Nada foi inventado, aumentado ou diminuído no texto. Até porque, a função do jornalismo é levar a informação ao leitor e mentir ou omitir é pecado.

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