• Postado por Tiago

Sexta-feira, 22 de maio de 2009, título da página do DIARINHO “Aberta temporada das tainhas” (pag.9). Fiquei atônito ao ler a notícia ‘’a nossa esperança e, posso dizer, até salvação esta nas águas de nossos hermanos da Argentina e Paraguay”.

Senhora diretora do Jornal DIARINHO, urgente deverá trocar de jornalista e mandar à escola. Paraguay não tem mar, salvo que seja de contrabando ou que o Uruguay mande as tainhas pelo rio da Plata até o Paraguay.
Pergunto: esse jornalista deve de haver estudado com os livros do estado de São Paulo, onde não figura Uruguai e sim dois Paraguais?
Que pena ter um grande jornal como é o DIARINHO e este de ter un pseudo jornalista, tão burro.
Pensei que sábado apareceria alguma nota de esclarecimento pelo erro garrafal. Infelizmente no apareceu nada.

Ass: Jose Francisco Canosa Sanchez
(Transcrito
ipsis litteris)

NdaR: José, obrigado pela observação. Ficamos felizes em saber que é um leitor atento e, mais do que isso, um leitor que exige qualidade do jornal. E é isso, justamente, o que o DIARINHO busca: qualidade e eficiência para levar ao leitor o melhor e mais polêmico jornal da região. Se prestar atenção ao texto, verá que a informação citada por você não é um erro do repórter que apurou a matéria, nem uma comida de bola do editor ou do revisor do jornal. É uma citação textual. Ou seja, foi alguém que falou ao DIARINHO, no caso o dono de uma empresa de pesca. Certamente ele se enganou, já que a pronúncia das palavras é parecida. No jornalismo, não se muda uma citação literal, pois não seria algo ético. Já pensou você fazer uma afirmação para o repórter e, quando for ler a matéria ter algo diferente daquilo que falou!? Por isso, as citações são mantidas.

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