• Postado por Tiago

A puliçada da capital trabalhou um bocado na noite de quarta-feira. Dois assassinatos e um latrocínio – roubo seguido de morte – foram registrados na cidade entre as 19h e 22h. No caso do roubo seguido de morte, um caseiro que não tinha nada a ver com a ação da vadiagem acabou sendo assassinado com um tiro disparado à queima-roupa numa mansão no bairro Cacupé. Os três crimes tão sendo investigados pela delegacia de homicídios manezinha.

O dono da mansão contou à polícia que a família jantava por volta das 21h30, quando um homem, mascarado e armado, pulou o muro da casa, que fica na rua Bico de Lacre, e rendeu a família e visitantes. Enquanto amarrava o dono da casa, o vadio disparou a arma sem querer e acertou o empresário de raspão na barriga. Com as vítimas amarradas e o empresário baleado, o ladrão não se fez de rogado. Revirou a mansão todinha, fez a limpa e colocou tudo numa caminhonete importada.

Na hora em que se preparava pra fugir, o ladrão deu de cara com o vigia, que mora nos fundos da casa e que deve ter sido atraído pelo barulho do disparo de arma de fogo. Newton Rodrigues, 56 anos, levou três tiros na cabeça e caiu morto no meio do jardim. A polícia fez buscas durante toda a madrugada e ontem ainda buscava pelo carro roubado e por pistas do assassino.

O empresário, que se mudou pra Floripa por causa da violência em São Paulo, foi liberado do hospital durante a madrugada e ontem prestou depoimento ao delegado Ênio de Oliveira Mattos. O delegado acredita que o ladrão tenha matado o vigia porque pode ser uma pessoa conhecida da família.

Outros

Denis Maswell Leite Gonçalves, 21 anos, foi assassinado perto das 19h de quarta-feira na servidão Orlando Clarindo Machado, no morro do 22, bairro Agronômica. O jovem conhecido como Moleque tava sentado na calçada quando um homem chegou e o mandou comer capim pela raiz. O rapaz tentou correr pra pedir ajuda, mas morreu próximo ao portal da casa onde mora com a mulher e o filho de dois anos. Denis era foragido do presídio de Joinville. O terceiro caso rolou às 22h, na Cracolândia, região continental da capital. Um jovem não identificado foi crivado de balas.

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