• Postado por Tiago

Osmari de Castilho Ribas, diretor superintendente do Porto de Navegantes, diz com firmeza: “Nós não estamos descumprindo a lei”. Castilho argumenta que a empresa procurou oficialmente o órgão gestor de mão de obra (OGMO) e fez a solicitação de trabalhadores portuários. O problema, afirma, é que os trabalhadores não quiseram se adequar ao sistema proposto pelo Portonave: vinculação trabalhista e salário fixo.

Castilho admite que a média salarial exigida pelos trabalhadores organizados em sindicatos não inviabilizaria economicamente o Portonave. Mas diz que, na estrutura de custos definida pela empresa, a proposta dos trabalhadores é inadequada. “Nós preferimos trabalhar com os vinculados, dentro dos valores de mercado”, afirma. Os tais valores de mercado, na visão do Portonave, giram em torno de R$ 1,2 mil. Esta seria a média salarial praticada no porto de Santos, informa Castilho.

O diretor do porto de Navegantes garante que não há interesse da empresa em tornar o caso uma eterna briga judicial. “Nossa intenção é resolver com a maior brevidade possível. Ainda não esgotamos as conversações e acreditamos na via da negociação”, diz Castilho.

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