• Postado por Tiago

Quer saber o que aconteceu com o crime? Pergunta pra gente.

No dia 24 deste mês completa oito anos que o taxista Miguel Pietroniuk Neto, 23 anos, foi assassinado por assaltantes. O caso foi arquivado por falta de provas e só será remexido se alguém levantar um fato novo. Por uma coincidência macabra, a morte rolou na mesma rua onde outro taxista, Walmir Manoel dos Santos, perdeu a vida nas mãos de bandidos, um mês atrás.

Miguel costumava fazer ponto no hotel Ilha da Madeira, esquina da avenida Brasil com a Central. Naquela noite, três homens teriam entrado em seu táxi, o Santana LXH-1639 (Cambu), e pedido uma corrida pro Barranco, em Camboriú. Quando ele passava pela rua José Cesário Pereira, os trastes anunciaram o assalto.

O taxista levou três tiros e morreu na hora. Uma testemunha chegou a dizer à polícia que viu os três assaltantes siscaparem usando o táxi de Miguel, que foi abandonado a duas quadras do local da tragédia.

Na época, os homisdalei informaram que não tinham pistas dos matadores, apesar de terem uma testemunha ocular do crime. O caso tá arquivado no fórum de Cambu desde 2004, e segundo informações do cartório da dona justa, só sairá do esquecimento se aparecer algum fato novo que esclareça o assassinato.

O sogro de Miguel, seu Agenor Silva Cubas, 53, conta que o genro deixou um filho com três anos na época. Agora, o menino tá com 12 anos. “A vida segue, mas ele às vezes fala sobre o que aconteceu com o pai”, conta. Ele acha que a polícia fez corpo mole pra encontrar os assassinos de Miguel.

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