• Postado por Tiago

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 Viadagem do DIARINHO foi pra Sampa conferir de perto o museu do Futebol, o maior acervo da pelota no país

A praça Charles Miller, onde fica o estádio do Pacaembu, em Sampa, abriga muito mais do que uma das mais antigas e tradicionais praças esportivas do Brasil. Ali funciona há dois anos o museu do Futebol, o maior acervo sobre a história da bola no país. Curiosidades e histórias do futebol contadas das mais diversas e modernas formas, assim como a história dos ídolos da bola, fazem parte do acervo que tem como relíquia apenas uma camisa de Pelé, usada na copa de 70.

O projeto, realização da fundação Roberto Marinho com a prefa e o governo de Sampa, ocupa uma área de quase sete mil metros quadrados embaixo das arquibancadas do estádio. Orçado em R$ 32,5 milhões, o museu levou um ano pra ficar pronto. Abriga mais de 1440 fotografias, centenas de pôsteres, seis horas de vídeo, outras tantas horas de gravações de rádio e muitas outras atrações pros amantes do principal esporte do país.

A emoção começa logo na entrada. O saguão é decorado com camisetas, pôsteres, charges, recortes de jornal, onde é possível saber um pouco sobre os times brasileiros. Ali a gente acha até camiseta do Xanxerense, time lá do oeste da Santa & Bela. Marcílio Dias, Avaí, Figueira, Joinville também participam da mostra, que dedica espaço para a história do futebol de botão.

?Vivemos no país em que o futebol assume papel importante na nossa sociedade, mas que poucos sabem explicar o porquê. Então trazemos as crianças aqui para que elas compreendam como tudo isso começou?, conta a professora Maria do Carmo Santos Ferreira, que leciona pra gurizada de uma escola pública de Sampa. ?Desta forma, pelo futebol, esperamos desenvolver neles também o gosto pela história. Conhecer este espaço aguçará a vontade deles em conhecer também outros museus?, acredita.

Sem pressa

Visitar o museu com calma requer pelo menos duas horas. É preciso estar atento pra não perder nenhum lance. Um dos locais mais visitados e onde se perde mais tempo são as salas Anjos Barrocos, Gol e Rádio. Salas escuras com projeções holográficas de 25 ídolos tupiniquins, mais relatos em vídeo de gente que entende do riscado sobre os lances mais incríveis do futebol brasileiro dão a sensação de que os seis pilas pagos na entrada são baratos demais pra tanto conhecimento. Ainda neste andar do museu é possível, pelas ondas do rádio, ressuscitar gols narrados por Ary Barroso, Jorge Cury e Osmar Santos. Fantástico!

História das copas, de Pelé, Garrincha e tantos outros complementam o passeio. A viadagem do DIARINHO só não pôde fotografar dentro do museu porque é proibido, até pra manter o mistério pros visitantes. Tudo sobre este grande espaço do futebol, que só não funciona em dias de jogos no Pacaembu, também pode ser visto no www.museudofutebol.org.br. Mas o melhor mesmo é dar um pulinho até a terra da garoa e conferir de pertinho.

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Garotada pronta pra entrar no museu, no Pacaembu

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