• Postado por Tiago

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Policia promete acabar com a farra dos caça-níqueis

Os meganhas de Balneário Camboriú prometem intensificar a fiscalização na terrinha, pra identificar onde tão escondidas as máquinas enganatrouxas, que vem deixando os abobados sem grana.

A operação antijogatina, que teve início no domingo, apreendeu 82 caça-níqueis e lacrou a porta de quatro espeluncas.

Os meganhas também recolheram cerca de R$ 7 mil. Pra não melar a operação, os bairros onde vão rolar as próximas batidas não foram divulgados, mas a intenção é botar abaixo as casas que tão servindo de endereço pro jogo na cidade.

No domingão, dois atraques rolaram na rua 1000. Numa casa os fardados encontraram 23 máquinas caçatansos funcionando a todo o vapor. De dentro das traquitanas foram apreendidos 922 pilas. Foram encontrados ainda R$ 200 em cheques.

Numa outra baia da mesma rua, foram guentadas mais 18 geringonças que comem a grana dos jogadores. Os policiais encontraram 3,5 mil contos que foram faturados com a aposta dos viciadinhos.

Em outro atraque, a uma baiuca na rua 700, os milicos recolheram 22 máquinas. No lugar foram guentados R$ 1555. Logo em seguida, os homis baixaram na avenida Alvin Bauer e acabaram com a festa dos jogadores que gastavam o seu dindim em 19 caça-níqueis e apreenderam mais R$ 800.

Todas as placas-mãe das 82 máquinas encontradas foram recolhidas e entregues na sede do batalhão da PM de Balneário. A placa-mãe é o coração das máquinas, que não funcionam sem ela. Já os antros da jogatina foram interditados. Ao todo, 30 pessoas tiveram que assinar termos pra responder pela bronca direto pra dona justa.

Navegantes

Os viciadinhos de plantão de Navega City perderam nove máquinas papatrouxas. A PM fechou a jogatina da rua Orlando Ferreira, nos Machados, por volta das 15h do domingão. Os caça-níqueis tavam escondidos numa lanchonete. Na hora da apreensão, tinha um cliente se acabando em perder dinheiro.

As máquinas foram levadas pro batalhão da PM até a dona justa decidir o que fazer. Já o dono do local, M.M.M., 29 anos, e a cliente, R.C.M., 42, tiveram que assinar uma papelada e vão ter de sisplicar pra justiça.

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