• Postado por Tiago

Depois da novela do abre-não-abre do Hospital Municipal Ruth Cardoso, em Balneário Camboriú, a câmara de vereadores inicia agora uma nova minissérie: a CPI que vai investigar supostas irregularidades cometidas na gestão do Hospital Santa Inês. A discussão agora gira em torno de quem deve assumir a presidência e a relatoria da comissão, que deve ter sua criação aprovada hoje.

Para o vereador Dão Koeddermann (PSDB), tanto a relatoria quando a presidência da bagaça deve ficar com a bancada de oposição, já que, segundo o cara, os oposicionistas estão em maior número. “Ainda tem o risco de o governo não assinar a criação da CPI, mas, mesmo assim, temos seis assinaturas, e não precisamos deles para criar a comissão”, sapeca.

O tucano acredita que não faltará assunto para a comissão, já que denúncias de irregularidades durante esta gestão não param de aparecer. “Existem algumas coisas que nós só podemos descobrir através de uma CPI. Vamos comprovar que existem gastos excessivos e o que a prefeitura poderia fazer com este dinheiro no Ruth Cardoso”, diz.

Já o governo está tranquilo em relação às investigações. Claudir Maciel (PPS), líder da bancada, diz que o governo é integralmente favorável à criação da CPI, e que quem tem de ficar com medo são os tucanos. “As irregularidades levantadas até agora aconteceram durante o governo deles, entendemos que foi despejado dinheiro de maneira excessiva lá dentro, e vamos apurar estas acusações”, lasca. Ele diz ainda que espera dividir os trabalhos da CPI, já que a bancada de situação é a segunda maior da casa: “Se for pra ser honesto, tem que dividir. A não ser que eles queiram jogar a sujeira para baixo do tapete, como eles sempre fazem”, lascou.

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