• Postado por Tiago

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Fabrício acha que já dava para ter aberto o Hospital Ruth Cardoso

Os vereadores da bancada de oposição da câmara de Balneário Camboriú ainda estão encafifados com quanto dinheiro a prefa da cidade anda enviando para o Hospital Santa Inês, que funciona desde janeiro deste ano sob intervenção do poder executivo.

Na sessão de hoje, os vereadores Dão Koeddermann, João Miguel Tatá, Moacir Schmidt e Fabrício de Oliveira, todos do PSDB, e José Carlos Hannibal (PP) apresentam um requerimento pedindo para que o secretário de Saúde, José Roberto Spósito (PP), sisplique em relação ao valor mensal que é destinado ao hospital e pra onde vai toda a bufunfa.

De acordo com o vereador Fabrício de Oliveira, os legisladores precisam ter uma ideia de quanto é enviado todos os meses para o hospital, já que, segundo ele, o prefeito Edison Periquito (PMDB) disse que a verba era de R$ 700 mil, mas deu entrevistas dizendo que a grana podia chegar a R$ 1,3 milhão. ?Se o Santa Inês custa mesmo este valor todos os meses, mais uma vez, está comprovado que devemos abrir o Hospital Ruth Cardoso?, fala o tucaninho.

Pelas contas do vereador, que participou da comissão mista que avaliou qual seria o melhor modelo de gestão para o hospital municipal, com R$ 1 milhão é possível manter, pelo menos, os recursos humanos do hospital.

Para a bancada de situação, o pedincho da oposição é natural. O vereador Nilson Probst (PMDB) acredita que os tucanos usarão os números para tentar provar que, com o dinheiro que é investido no Santa Inês, dá pra botar o Ruth Cardoso pra funcionar. ?O problema é que se fecharmos o SI, não tem como tocar a saúde em Balneário. No hospital novo não temos raio-x, tomografia, nem nada. Se pararmos de repassar as verbas, os acidentados terão que procurar outra cidade para se tratar?, diz o peemedebista.

A reportagem do DIARINHO tentou entrar em contato com o secretário de Saúde, mas ele não atendeu nem retornou a ligação.

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