• Postado por Tiago

CONTRACAPA-ABRE---s---marcilio-x-marilia---felipe-vt

1 – Presidente sem noção 2

2 – O pior vice de futebol da história

3 – Time ainda mais medonho

4 – Falta de dinheiro, planejamento e representatividade

5 – Botar a culpa na arbitragem e na imprensa

6 – Brigas e disputa de poder entre os cartolas

7 – Torcedor irresponsável

Um conhecido ditado popular fala que ?se conselho fosse bom, era vendido?. Mas não acreditando nisto, a viadagem do DIARINHO apontou digratis sete erros que levaram o Marcílio Dias ao rebaixamento no Catarinão. A cartolagem do clube não deu a menor bola pra dica, fez um monte de cagada novamente e conseguiu rebaixar o Marinheiro também na série C do Brasileiro. Agora, exatos quatro meses depois da primeira reportagem, trazemos os ?novos velhos? sete erros do clube peixeiro, até porque quatro deles se repetiram.

Pra variar, a lista começa com o ?presidente sem noção 2?, que tava no primeiro joguinho de sete erros. Sem sombra de dúvidas, Carlos Crispim pode ser apontado como o maior responsável pela nova queda do time, afinal de contas é ele quem manda na bagaça, ou pelo menos era pra mandar. Entre várias besteiras cometidas, Crispim seguiu não pagando salários em dia, manteve o vice presidente de futebol Clóvis Forlin no cargo e mais uma vez não se desculpou com a torcida pelo segundo rebaixamento em 2009, justamente quando o Marinheiro completou 90 anos de vida.

Outro titular desta lista é o ?pior vice de futebol da história?, que comprovou não entender nada de futebol profissional. Principal responsável pela contratação de jogadores, Clóvis conseguiu se superar e montou um time ainda mais fraco do que o do Catarinão. Entres as bobagens ditas por ele, destaque pra quando o cartola garantiu que o Marcílio lutaria pelo título estadual e também pra vez que falou ? após o rebaixamento no Catarinense ? que os torcedores ainda iriam lhe dar tapinhas nas costas de agradecimento pela campanha no Brasileirinho. Hoje, a torcida deve estar querendo é dar tapões e não tapinhas nas costas do dirigente.

O ?time ainda mais medonho? é outro erro que reapareceu pelos lados do Gigantão. A zaga foi uma peneira, os laterais não cruzaram direito, o meio campo não criou boas jogadas e o ataque perdeu um caminhão de gols. Entre os poucos que se salvaram, mais uma vez estava o goleiro Márcio Kessler, além do atacante Charles.

A ?falta de grana, planejamento e representatividade? continuou evidente. O time mais uma vez foi montado às pressas, os salários atrasaram dinovo e os clubes amadores da região não emprestaram seus gramados pros treinos do Marinheiro por falta de pagamento, fazendo com que o campo do Dr. Hercílio Luz virasse um pasto, alvo da ira dos próprios jogadores e comissão técnica do Rubro-anil. O clube também provou que não tem moral nenhuma na federação catarinense e na CBF e foi visivelmente prejudicado nas decisões extra-campo, como na mudança da partida contra o Brasil, de Jaraguá pra Criciúma.

Três novos erros

Além de repetir alguns absurdos, a cartolagem marcilista conseguiu cometer novas cagadas. A primeira delas foi ?botar a culpa na arbitragem e na imprensa?. Com o rebaixamento consumado, Crispim e Clóvis falaram que o Marinheiro só foi pra série D por causa dos erros da juizada. Também proibiram o DIARINHO de falar com os jogadores, pelo menos por um dia, e seguem com a proibição pra rádio Clube Bandeirantes.

As ?brigas e disputa de poder entre os cartolas? foi outra coisa que ganhou destaque, principalmente com a tão falada prestação de contas. Denúncias de irregularidades, contratos que vão além da gestão Crispim e respostas da direção do clube contra o presidente do conselho fiscal Jânio Flávio de Oliveira tiraram a atenção dos gramados e ainda rendem até hoje.

Finalizando, não poderíamos esquecer do ?torcedor irresponsável?, que atirou um sinalizador no gramado do Gigantão na partida contra o Marília, fazendo com que o Marinheiro perdesse o mando de campo por dois jogos. O cara estava no meio da galera da Fúria Marcilista, mas ninguém deu um guenta nele pra evitar a punição.

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