• Postado por Tiago

Dona Jonete Brito, 32 anos, tava cabreira com o mau atendimento do hospital de Navega. Ela sofre de enxaqueca crônica e afirma que foi vítima de negligência por parte das enfermeiras. A leitora conta que desmaiou e que nenhuma enfermeira a ajudou. A direção do hospital conta outra história, bem diferente, e diz que a barraqueira foi a própria denunciante.

O rolo aconteceu por volta das 17h de quarta-feira. De acordo com Jonete, ela precisa tomar medicação direto na veia, porque sofre pacas com dor de cabeça. Na quarta, ela pintou no hospital, mas afirma que a medicação que a enfermeira lhe deu não era a recomendada pelo seu médico. Ela toma Dipirona com Dexametazona e afirma que não era isso que estava escrito no pacotinho de soro.

Mesmo assim, aceitou tomar a medicação. Pra piorar a situação, a enfermeira errou a agulhada em seu braço. “Eu passei mal e desmaiei lá dentro. E ninguém fez nada. Foi umas pacientes que me acudiram”, reclama Jonete. Depois do perrengue, ela diz que queria tomar a medicação no outro braço. “Mas a enfermeira Fernanda falou que não daria mais nada, porque esse era um medicamento muito caro. Agora tenho medo de voltar no hospital e ser maltratada de novo”, lamenta.

A barraqueira foi a paciente, diz chefão do hospital

Cláudio Marmenteini, responsável pelo hospital dengo-dengo, garante que a medicação da paciente estava correta, mas o Dipirona tem outro nome na forma genérica. Por isso ela ficou encasquetada.

“Esta paciente não quis tomar a medicação e não quis assinar o termo afirmando que era ela que não queria tomar”, afirma.

O barraco teria sido feito pela própria Jonete, que foi embora e acabou passando mal na frente do hospital. “Dois médicos a chamaram de volta pra ela ser medicada, mas ela derrubou a bandeja e ainda quebrou uma seringa”, conta Cláudio.

O chefão do hospital diz ainda que os enfemeiros ligaram pra ele pedindo autorização pra chamar a polícia. “Aachei melhor contornarmos a situação por ali mesmo”, conclui.

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