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Diarinho - Diário do Litoral - Parte 589
 
  • Postado por Tiago

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Baianada veio conhecer porto dengo-dengo

O grupo TPC, da Bahia, pretende levar pro Nordeste o modelo de gestão e organização do porto de Navegantes (Portonave). Os abobrões do grupo que opera um terminal portuário e é o maior exportador de grãos do Nordeste brasileiro visitaram o porto dengo-dengo. ?A Portonave é um modelo a ser seguido?, teria dito o executivo Fernando Barros, presidente da TPC.

A Portonave comemorou esta semana dois anos de operação e movimenta uma média de 20 mil contêineres todo santo mês. Nos últimos 12 meses, a movimentação de cargas no terminal do outro lado da vala aumentou 67%.

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Se você é corretor de imóveis, senhorio ou inquilino, melhor ir hoje à tarde, a partir das 15h, no auditório do porto de Itajaí. A senadora Ideli Salvatti (PT) vai apresentar o projeto que está sendo debatido no senado e que muda a lei do inquilinato. Ideli integra a Comissão de Constituição e Justiça do senado e é a relatora do projeto que pretende mudar as regras para as ações de despejo, os ritos nos processos em que o dono do imóvel bota no fiofó do locatário e até nas normas para os fiadores.

A senadora vem a Itajaí a convite dos donos da imobiliária Max Imóveis. Quem quiser participar do trelelê tem que confirmar até o meio-dia através do telefone (47) 3341-3000 ou pelo e-mail karolineg@maximobiliária.com.br.

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  • 22 out 2009
  • Postado por Tiago

p-tao-sem-pedra

A polí cia meteu a mão em 33 pedras do capeta em duas operações realizadas na noite de terça-feira em terras dengo-dengo e em Itajaí.

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  • Postado por Tiago

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Douglas era dono da arma usada no assassinato

A equipe da investigação da central de Operações Policiais (COP), de Itajaí, mandou pro xilindró na manhã de ontem, Douglas Pereira Gonçalves, 20 anos. O malaco é apontado como o quarto bandido que torturou e matou o funcionário do Mini Preço, Edemar Nascimento, 54 anos. O coitado foi encontrado próximo às margens da BR-101, furado com seis balaços, na manhã do dia oito deste mês.

O delegado Rui Garcia dos Santos explica que Douglas tava pronto pra dar o pinote quando foi surpreendido pelos tiras da COP, na rua Teodoro Luiz Pereira, 224, no São João, em Itajaí. A polícia tava investigando o assassinato quando chegou ao nome do Douglas. Ele é apontado também como dono da arma usada pra matar Edemar. O safado vai fazer companhia pros outros trastes no cadeião peixeiro.

O corpo de Edemar foi encontrado às margens da BR-101, atrás do Mufatão, no dia oito de outubro. Os primeiros a caírem foram Jeferson Vieira da Cunha, 18, conhecido como Jefinho, e as irmãs Patrícia Regina Day, 21, e a dimenor A.M.O., 16. A prisão deles revelou que o crime foi um latrocínio ? roubo seguido de morte.

Piriguetes

A polícia apurou que Edemar tinha se enrabichado com as assassinas cerca de duas semanas antes do crime. As espertinhas tavam de olho nos malotes que o coitado transportava das filiais do Mini Preço pra matriz do mercado, no bairro Fazenda, em Itajaí. Como a vítima tava sem a grana, o quarteto resolveu dar cabo na vida de Edemar, pra não ser identificado.

No dia do crime, as gurias se encontraram com o funcionário do supermercado por volta das 19h30. O coitado foi até um mercado, comprou três cervejas e saiu com as gurias. Ao chegar perto da casa das piriguetes, o coitado foi surpreendido por Jefinho. Depois de dar umas voltas pela cidade, os bandidos resolveram dar cabo na vida do coitado.

Após matar Edemar, os bandidos ligaram pra casa dele pedindo um resgate de R$ 5 mil. Os tansos abandonaram o carro da vítima no São João, com um celular das assaltantes dentro, o que ajudou os tiras a chegar aos matadores.

No dia seguinte, a puliça pegou Jefinho na rua Teodoro Luís Pereira, no São João. Ele dedurou as sobrinhas Patrícia e A. M.O. As duas gurias fizeram a safadeza e deram no pé pra região de São João Batista, onde foram guentadas pela COP. Elas assumiram a culpa pelo crime e as investigações e depoimentos levaram ao quarto assassino, preso ontem de manhã.

Começaram cedo

As vadias tavam no mundo do crime desde novembro do ano passado, quando assaltaram um empresário em Balneário Camboriú. Elas pegaram o carro da vítima e simandaram pra Foz do Iguaçu, onde foram guentadas pela polícia. As safadas conseguiram silivrar das grades e bolaram o assalto pra cima de Edemar. Elas revelaram que já tinham ameaçado-o de morte.

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A bandidagem tem apavorado motoristas da Deycon, distribuidora da Philip Morris. Na manhã de ontem, mais um funcionário da empresa foi atacado em Balneário Camboriú. Os vadios simandaram com R$ 25 mil em cigarros. Este foi o terceiro ataque contra a empresa na região, em menos de três dias.

Pelas 10h, um funcionário da empresa, que não teve o nome divulgado, tava na Fiorino, placa MDD 4504, fazendo entregas no centro da Maravilha do Atlântico Sul. Num momento de descuido, foi abordado por dois vagabundos. Pelas informações repassadas pela polícia, os trastes tavam armados e obrigaram o sujeito a guiar o carango até a BR-101.

Na beira da rodovia, no principal acesso de Balneário, os putos mandaram o coitado pular fora do veículo. Embarcaram na boleia e seguiram pela BR em direção ao Itajaí.

Dentro do carango tinha uma porrada de pacotes de cigarros avaliados em cerca de R$ 25 mil. Pra vítima sobrou chamar a puliça. Até o fechamento desta edição, nem o carro ou os trastes tinham sido localizados.

Mais dois

Esta foi a terceira vez em menos de três dias que a empresa Deycon é alvo da bandidagem. Na terça-feira, os caras atacaram o carro da distribuidora da Philip Morris na avenida prefeito José Juvenal Mafra, em Navegantes. O viado obrigou o motora a pilotar até um bairro afastado e fez a limpa na carga, que também tava avaliada em R$ 25 mil.

Na segunda-feira, foi a vez de outro condutor da Deycon ser atacado em Itapema, enquanto fazia uma entrega. Ele teve que dirigir até uma estradinha do alto do morro do Boi, na divisa com Balneário. No assalto, os vadios simandaram com R$ 30 mil em cigarrinhos.

A reportagem do DIARINHO entrou em contato com a gerência da Deycon, em Florianópolis, mas o pessoal não quis comentar os crimes. Apesar do silêncio, a equipe de investigação da polícia civil já tá de olho nos casos e promete enjaular os ladrões de fumo.

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A viciadinha Márcia Barbosa, 28 anos, foi presa na tarde de ontem depois de meter a mão em uma de bagulho de uma loja de presentes do São Vicente, em Itajaí. Ela aproveitou que o vendedor tava atendendo pra catar a bagulhada, num total de 40 itens, desde toalha de mesa até calcinha. A espertalhona conseguiu dar no pé com os objetos dentro da bolsa, mas foi guentada minutos depois pela dona da loja, que chamou os milicos. A guria disse ao delegado que roubou pra comprar crack.

O furto rolou na Rosa Presentes, na rua Gustavo Bernedt. Márcia entrou na loja dizendo que queria comprar um produto que não tinha pra vender, mas continuou dando uma olhadinha nas mercadorias. A safada aproveitou que o vendedor foi atender outro cliente, pra passar a mão em tudo que podia. Dentro da bolsa, os policiais encontraram quatro bermudas, 12 toalhas de mesa, oito panos de prato, uma roupinha de bebê, quatro sutiãs, sete calcinhas e quatro jogos de toalhas de renda. Tudo com etiqueta.

A ladra deu no pé com a bolsa recheada da bagulhada em direção a avenida Reinaldo Schmithausen. A dona da Rosa Presentes e uma cliente saíram correndo atrás da gatuna. Elas guentaram a muié e chamaram uma baratinha da PM. Márcia foi levada pra 2ª depê, onde entregou que pretendia vender as toalhas e roupas pra comprar crack.

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André meteu qu atro tirombaços na vítima que morreu na hora

O julgamento do agricultor André José Cordeiro, acusado de assassinar Arnaldo Otavio Zermiani, então com 50 anos, no dia três de novembro de 2003, terminou com a condenação do réu a 18 anos de cana. Zermiani foi assassinado com quatro tiros na estrada geral do Rio do Meio, interior de Itajaí.

O crime rolou porque Zermiani teria discutido com irmão de André, D.C., então com 16 anos. O garotão teria contado ao irmão, que resolveu tirar satisfação da vítima. A família de André tinha uma plantação de arroz nos fundos da propriedade de Arnoldo, também agricultor. Para chegar até as terras, o réu passava dentro do terreno da vítima, o que nunca tinha sido problema até o dia do assassinato. A treta começou porque o irmão mais novo do réu, Divanei Arlindo Cordeiro, que na época era dimenor, entrou na propriedade de Arnoldo sem fechar a porteira. A vítima não gostou e deu um pito no gurizão, pedindo para fechar a porteira, pra evitar que os animais fugissem.

Divanei ficou revoltado com a bronca que tomou e xingou o coitado, simandando pra casa sem fechar a porteira. Como se não bastasse a malcriação, o moleque chegou em casa e reclamou para o irmão mais velho do pito que tomou de Arnoldo. André, que segundo o pessoal do bairro era metido a machão e atirador, pegou a arma sem registro que guardava na baia e saiu para encontrar o cara. Ele e o mano subiram em uma motoca e foram atrás de Arnoldo.

Os trastes viram que a caminhonete de Arnoldo tava chegando em casa e meteram a cabrita na frente do possante. A vítima desceu do carango e depois de um bate-boca André sacou a arma e meteu quatro tiros no peito do coitado, que morreu na hora. Arnoldo foi levado às pressas pelo irmão, Francisco Arnaldo Zermiani, até o hospital Marieta Konder Bornhausen, mas morreu ao dar entrada no pronto-socorro. Os mequetrefes fugiram e não foram presos, respondendo a todo o processo em liberdade.

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Uma mulher caiu da zica, foi atendida pelos vermelhinhos, medicada e depois fingiu que tinha sido atropelada. K.L.V., 44 anos, natural de Itajaí, deu uma de doidivanas terça-feira em Barra Velha.

Era mais ou menos seis horas da tarde, quando a muié caiu da bicicleta, na rua Marino Atanásio Pinheiro, no Icaraí. O povo que viu a coitada se estrebuchar chamou os vermelhinhos, que fizeram os primeiros atendimentos no meio da rua. Quando eles chegaram, encontraram a coitada toda lanhada, com o rosto roxo, e toda doída. A mulher recebeu atendimento, foi medicada e depois liberada.

Cerca de duas horas depois de a mulher ser medicada, os bombeiros receberam uma chamada da PM de Barra Velha dizendo que uma pessoa tinha sido atropelada por uma motoca fujona. Quando chegaram para atender a chamada, a surpresa: a mulher que tinha caído de bicicleta tinha sido atropelada por uma moto.

Desconfiados, os bombeiros foram saber o que tinha acontecido e a mulher veio com a história que tinha sido atropelada. Como não caíram no papo furado, deram uma prensa na espertalhona que contou que tinha inventado tudo.

Depois de terem uma longa conversa, eles a levaram até a casa de um parente em Barra Velha. O cabo Sikorsky, dos bombeiros de Barra Velha, disse que esse tipo de situação é rotineira com pessoas que possuem algum tipo de problema mental ou depressão.

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O professor do Colégio de Aplicação da Univali (CAU), Silvano Pedro Amaro, que foi vítima de uma tentativa de assassinato no dia seis de outubro, já está em casa. Silvano deixou a internação do hospital Marieta Konder Bornhausen, sábado por volta do meio-dia.

Depois de dar aula na escola em que trabalha, o professor foi abordado por dois dimenores. Os minitrastes roubaram o carro da vítima, deram cinco facadas no coitado e o abandonaram na estrada do Tironi, no interior de Piçarras, acreditando que o cara tivesse passado dessa para uma melhor. O professor se fingiu de morto e foi socorrido na manhã seguinte por moradores que passavam pelo local. A família, preocupada, tinha registrado um boletim de ocorrência de desaparecimento na 2ª depê de Itajaí horas antes do fessor ser encontrado. Os minitrastes que meteram o assalto foram guentados pelos meganhas e assumiram a brutalidade.

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O assassino do taxista Valmir Manoel dos Santos, o Mica, 60 anos, foi condenado a 20 anos de jaula pela dona justa. O juiz Roque Cerutti, da 1ª Vara Criminal de Balneário Camboriú, não aceitou a versão do cara de que matou por conta de uma dívida e o enquadrou por latrocínio, assalto seguido de morte.

O crime rolou na noite de 15 de abril. Rafael, acompanhado de sua namorada, uma guria de 17 anos, e de Luís Flor da Silva Filho, 18, o Luisinho, entraram no táxi do Mica, que tava estacionado ao lado da rodoviária, e pediram uma corrida pro bairro Nova Esperança. Quando passavam pela rua José Cesário Pereira, Rafael apontou um berro pro taxista e anunciou o assalto.

Mica parou o possante e tentou fugir, mas foi atingido por três balaços, disparados por Rafael. Depois de fazer a desgraça, o trio de bandidos fugiu com a grana e o táxi do Mica. O carro foi encontrado horas depois, abandonado na Canhanduba.

A morte do taxista causou comoção pela city e rolaram passeatas pedindo o fim da violência. As bizolhadas ficaram a cargo dos tiras da central de Investigações da Maravilha do Atlântico, que grampearam os responsáveis pela tragédia no dia 22 de julho e os mandaram pra trás das grades.
Em sua defesa, Rafael alegou que Mica tinha uma dívida de R$ 2 mil com Luisinho, e que por isso teria sido morto. Mas o depoimento do próprio Luisinho, que disse que o trio combinou de fazer um assalto e escolheu Mica por acaso, e de amigos do morto, que garantiram que o taxista não tinha nenhum envolvimento com a bandidagem e não devia a tal grana coisa nenhuma, convenceram o juiz.

O dotô carcou que o crime foi mesmo um assalto seguido de morte e aproveitou pra avisar que Rafael não poderá recorrer da decisão em liberdade. Ele segue engaiolado no presídio do Balneário.

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