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André meteu qu atro tirombaços na vítima que morreu na hora

O julgamento do agricultor André José Cordeiro, acusado de assassinar Arnaldo Otavio Zermiani, então com 50 anos, no dia três de novembro de 2003, terminou com a condenação do réu a 18 anos de cana. Zermiani foi assassinado com quatro tiros na estrada geral do Rio do Meio, interior de Itajaí.

O crime rolou porque Zermiani teria discutido com irmão de André, D.C., então com 16 anos. O garotão teria contado ao irmão, que resolveu tirar satisfação da vítima. A família de André tinha uma plantação de arroz nos fundos da propriedade de Arnoldo, também agricultor. Para chegar até as terras, o réu passava dentro do terreno da vítima, o que nunca tinha sido problema até o dia do assassinato. A treta começou porque o irmão mais novo do réu, Divanei Arlindo Cordeiro, que na época era dimenor, entrou na propriedade de Arnoldo sem fechar a porteira. A vítima não gostou e deu um pito no gurizão, pedindo para fechar a porteira, pra evitar que os animais fugissem.

Divanei ficou revoltado com a bronca que tomou e xingou o coitado, simandando pra casa sem fechar a porteira. Como se não bastasse a malcriação, o moleque chegou em casa e reclamou para o irmão mais velho do pito que tomou de Arnoldo. André, que segundo o pessoal do bairro era metido a machão e atirador, pegou a arma sem registro que guardava na baia e saiu para encontrar o cara. Ele e o mano subiram em uma motoca e foram atrás de Arnoldo.

Os trastes viram que a caminhonete de Arnoldo tava chegando em casa e meteram a cabrita na frente do possante. A vítima desceu do carango e depois de um bateboca André sacou a arma e meteu quatro tiros no peito do coitado, que morreu na hora. Arnoldo foi levado às pressas pelo irmão, Francisco Arnaldo Zermiani, até o hospital Marieta Konder Bornhausen, mas morreu ao dar entrada no pronto-socorro. Os mequetrefes fugiram e não foram presos, respondendo a todo o processo em liberdade.

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Uma mulher caiu da zica, foi atendida pelos vermelhinhos, medicada e depois fingiu que tinha sido atropelada. K.L.V., 44 anos, natural de Itajaí, deu uma de doidivanas terça-feira em Barra Velha.

Era mais ou menos seis horas da tarde, quando a muié caiu da bicicleta, na rua Marino Atanásio Pinheiro, no Icaraí. O povo que viu a coitada se estrebuchar chamou os vermelhinhos, que fizeram os primeiros atendimentos no meio da rua. Quando eles chegaram, encontraram a coitada toda lanhada, com o rosto roxo, e toda doída. A mulher recebeu atendimento, foi medicada e depois liberada.

Cerca de duas horas depois de a mulher ser medicada, os bombeiros receberam uma chamada da PM de Barra Velha dizendo que uma pessoa tinha sido atropelada por uma motoca fujona. Quando chegaram para atender a chamada, a surpresa: a mulher que tinha caído de bicicleta tinha sido atropelada por uma moto.

Desconfiados, os bombeiros foram saber o que tinha acontecido e a mulher veio com a história que tinha sido atropelada. Como não caíram no papo furado, deram uma prensa na espertalhona que contou que tinha inventado tudo.

Depois de terem uma longa conversa, eles a levaram até a casa de um parente em Barra Velha. O cabo Sikorsky, dos bombeiros de Barra Velha, disse que esse tipo de situação é rotineira com pessoas que possuem algum tipo de problema mental ou depressão.

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O professor do Colégio de Aplicação da Univali (CAU), Silvano Pedro Amaro, que foi vítima de uma tentativa de assassinato no dia seis de outubro, já está em casa. Silvano deixou a internação do hospital Marieta Konder Bornhausen, sábado por volta do meio-dia.

Depois de dar aula na escola em que trabalha, o professor foi abordado por dois dimenores. Os minitrastes roubaram o carro da vítima, deram cinco facadas no coitado e o abandonaram na estrada do Tironi, no interior de Piçarras, acreditando que o cara tivesse passado dessa para uma melhor. O professor se fingiu de morto e foi socorrido na manhã seguinte por moradores que passavam pelo local. A família, preocupada, tinha registrado um boletim de ocorrência de desaparecimento na 2ª depê de Itajaí horas antes do fessor ser encontrado. Os minitrastes que meteram o assalto foram guentados pelos meganhas e assumiram a brutalidade.

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O assassino do taxista Valmir Manoel dos Santos, o Mica, 60 anos, foi condenado a 20 anos de jaula pela dona justa. O juiz Roque Cerutti, da 1ª Vara Criminal de Balneário Camboriú, não aceitou a versão do cara de que matou por conta de uma dívida e o enquadrou por latrocínio, assalto seguido de morte.

O crime rolou na noite de 15 de abril. Rafael, acompanhado de sua namorada, uma guria de 17 anos, e de Luís Flor da Silva Filho, 18, o Luisinho, entraram no táxi do Mica, que tava estacionado ao lado da rodoviária, e pediram uma corrida pro bairro Nova Esperança. Quando passavam pela rua José Cesário Pereira, Rafael apontou um berro pro taxista e anunciou o assalto.

Mica parou o possante e tentou fugir, mas foi atingido por três balaços, disparados por Rafael. Depois de fazer a desgraça, o trio de bandidos fugiu com a grana e o táxi do Mica. O carro foi encontrado horas depois, abandonado na Canhanduba.

A morte do taxista causou comoção pela city e rolaram passeatas pedindo o fim da violência. As bizolhadas ficaram a cargo dos tiras da central de Investigações da Maravilha do Atlântico, que grampearam os responsáveis pela tragédia no dia 22 de julho e os mandaram pra trás das grades.
Em sua defesa, Rafael alegou que Mica tinha uma dívida de R$ 2 mil com Luisinho, e que por isso teria sido morto. Mas o depoimento do próprio Luisinho, que disse que o trio combinou de fazer um assalto e escolheu Mica por acaso, e de amigos do morto, que garantiram que o taxista não tinha nenhum envolvimento com a bandidagem e não devia a tal grana coisa nenhuma, convenceram o juiz.

O dotô carcou que o crime foi mesmo um assalto seguido de morte e aproveitou pra avisar que Rafael não poderá recorrer da decisão em liberdade. Ele segue engaiolado no presídio do Balneário.

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As delegacias da Santa & Bela vão receber o reforço de 211 tiras, que foram nomeados ontem. Os novos tiras devem começar no trampo em até quatro meses, calculou o delegado-geral da polícia Civil, Maurício Eskudlark. Em dois meses, o grupo já poderá estagiar nas unidades policiais e ser integrado à Operação Veraneio 2009-2010, completou.

Dos 211, 53 são delegados, 116 investigadores e 42 escreventes. A partir de segunda-feira (26), deverão se apresentar na Academia da Polícia Civil (Acadepol), em Canasvieiras, para a entrega dos documentos necessários à nomeação.

A previsão é de que em 10 dias tenham início os cursos de formação profissional. Os candidatos à carreira de escrivão de polícia terão que aguardar a abertura de vagas.

O grupo faz parte dos 900 candidatos aprovados em concurso realizado em 2008, sendo que 300 deles já foram chamados anteriormente. O concurso público tem validade de dois anos, a contar da data de publicação do resultado final no Diário Oficial, podendo ser prorrogado por igual período, a critério da secretaria da Segurança Pública e Defesa do Cidadão (SSP).

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Máquinas como a da foto faziam a alegria dos jogadores

A puliça Militar de Balneário Camboriú resolveu dar mais uma baixa na jogatina ontem à tarde. Um bingão clandestino, paraíso dos tansos que adoram perder dinheiro com a jogatina, foi descoberto em um apê da rua 1300, bem no centro da city. Ao todo, 21 papa-trouxas foram guentadas por ali. As maquininhas tavam recheadas com nada menos que 2,7 mil reales.

Os meganhas receberam denúncias de que os jogadores viciados tavam fazendo fila num prédio da rua 1300 e resolveram pintar na área pra tentar flagrar a sacanagem. Eles ficaram de butuca, pra identificar qual era o apartamento que tava servindo de antro pro jogo ilegal, e depois deram o atraque.

Uma renca de otários que joga uma dinheirama fora nas enganatrouxas tava por ali. O pessoal foi fichado pelos milicos como testemunhas e depois liberado. Dentro do apê foram achadas 21 máquinas caça-níqueis, recheadas com a bagatela de R$ 2,7 mil. Também tavam dando sopa por ali nove telas de LCD, 21 noteiros, que são usados pra contar a dinheirama, um bloco de notas com anotações dos jogos e um caderno com os nomes dos devedores.

Uma mulé se apresentou como gerente da jogatina e vai ter que responder por exploração de jogo ilegal na dona justa. Os equipamentos eletrônicos das maquininhas foram levados pro 12º batalhão da puliça Militar, na rua México, bairro das Nações.

Haja espaço

A porcariada toda vai se juntar à coleção de papatrouxas da PM. Só este ano, mais de 700 caça-níqueis já foram guentadas pela city. É tanta máquina que há um mês o batalhão chegou a receber um alerta da secretaria de Saúde do município sobre os perigos do local virar uma maternidade de mosquitos da dengue.

O capitão Ronaldo de Oliveira, mandachuva da comunicação da PM na Maravilha do Atlântico, diz que depois disso foram recolhidas partes eletrônicas que ainda podiam ser reaproveitadas em mais de 70% das máquinas, e o restante, como os gabinetes de madeira que servem de molduras pras caça-níqueis, foi enviado a uma empresa que faz reaproveitamento do material.

Os fardados também mudaram o esquema na hora das apreensões. Agora, levam as partes eletrônicas e deixam as porcarias sob os cuidados dos donos dos pontos de jogatina. ?Se a pessoa retirar o material dali, vai adulterar local de crime e terá que responder por isso?, contou.

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Três traficantes que tavam apavorando em Itajaí e Navegantes foram retirados de circulação terça-feira à noite em dois botes certeiros dos milicos. As prisões rolaram no bairro do Matadouro, em Itajaí, e no bairro Nossa Senhora das Graças, em Navegantes. No total foram apreendidas 33 pedras do capeta, que tavam prontas pra fazer a cabeça dos viciadinhos de plantão.

A primeira ação dos meganhas rolou perto das 19h30 na rua Élson Renato dos Santos, em Navega. Os milicos tavam dando umas bandas pela região quando desconfiaram de Maurílio Tomaz, 33 anos. O vadio simandou pra dentro de uma baia quando viu a baratinha. A correria chamou a atenção dos policiais, que estacionaram a caranga e foram atrás do espertalhão.

Dentro da casa encontraram também Rosângela da Silva, 32. Em cima do armário da cozinha os meganhas acharam 18 pedras de crack prontinhas pra venda. A dupla foi levada para bater um papo com o delegado na depê e depois entregue no cadeião peixeiro acusada de tráfico de drogas.

Quase no mesmo horário, mas em Itajaí, no conhecido Matadouro, uma baratinha da PM encontrou Gilberto Bento da Silva Reis Filho, 21, dando bobeira. Ao ver os milicos chegando, o traste subiu a escadaria correndo feito cavalo doido. O traste jogou pelo caminho um pacote com 15 pedras do demo prontas pra venda, mas foi alcançado pelos milicos.

Gilberto tava em liberdade provisória. Ele tinha sido mandado pro xilindró depois de ser preso roubando um aparelho de som de uma caranga.

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Uma professora passou por maus bocados ontem por volta do meio-dia, em Camboriú. A coitada tentou desviar seu carango de um baita buracão na rua Amazonas, no bairro Rio Pequeno, e se enfiou num barranco. O possante virou de lado, e a coitada teve um machucado feioso na cabeça por conta da pancada. Ela foi socorrida pelos vermelhinhos e teve que ser levada pro hospital Santa Inês.

O solzão tava a pino e a professora Gisele Nunes de Souza, 27 anos, pelo jeito tava com pressa pra bater um rango. Ela tava rodando com o pezinho fincado no acelerador do Corsa, placa BSH 3130 (Poá–SP), quando deu de cara com a buraqueira que tomou conta da rua Amazonas, que não tem calçamento.

Pra não se enfiar numa baita cratera, a coitada desviou e a traseira do possante deslizou na terra. Ela acabou caindo de lado numa vala, do lado do motorista. Apesar de apavorada com o porradaço, a pobre saiu sozinha do Corsa e esperou pela chegada dos bombeiros.
Os vermelhinhos encontraram a professora com um corte feio na cabeça e um baita hematoma, e ficaram preocupados que o dodói pudesse ser grave. Eles botaram a coitada na ambulância e a levaram pro Santa Inês, na Maravilha do Atlântico. No hospital não foi informado qual o estado de saúde da profe.

macumbada

Pelo jeito, enterraram um feitiço dos grandes pelos lados da rua Amazonas, porque horas antes de Gisele sistrepar por conta dos buracos, mãe e filha já tinha sido vítimas de um acidente por ali. A culpa, desta vez, foi de um vira-latas sem-vergonha que resolveu desfilar pelo meio da rua bem na hora em que as duas tavam passando, trepadas numa cabrita.

Célia Kussel, 33 anos, e sua filhota Pâmela Kussel, 13, se desequilibraram por causa do totó e caíram com tudo na chón. A mãe quebrou uma perna e a menina teve um dodói no joelho. Elas também foram levadas pro Santa Inês pelos bombeiros da capital da pedra.

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A casa caiu pra uma mulé de presidiário metida a entregadora de porcariada. Roseli Barbosa, 22 anos, foi em cana depois de tentar jogar uma porção de maconha e comida pra dentro da colônia penal agrícola de Palhoça. Junto com ela, dois dimenores e um motoqueiro foram guentados na madrugada de ontem.

Pelas 3h, a equipe de uma baratinha em rondas achou estranha pacas a atitude do trio que tava dentro de um Eco Sport. O carango deu algumas voltas em torno da penitenciária e parou pertinho do xilindró. No mesmo momento, um moleque de 16 anos saltou do possante e caminhou em direção ao xadrez.

Pra não pagar pra ver, os meganhas deram um atraque do gurizote, encontrando uma porção de 200 gramas de maconha. Ao notar que o lance não cheirava bem, os milicos abordaram o carro onde estava Roseli e outro menor de idade. Encontraram um aparelho de DVD embalado em papel-filme.

No carro também foram encontradas pizzas e calzones prontos pra encher a pança da turma do presídio. Pra completar o rango, também tinha duas garrafas pet cheinhas com bebida alcoólica. Pelas informações repassadas pelos homisdalei, Roseli e os dimenores pretendiam jogar a comida e a droga pra dentro da colônia penal.

A trafica é mulher de Leonardo Oliveira, que cumpre pena no xadrez por tráfico de drogas. Os tiras acreditam que a encomenda seria entregue ao maridão da espertalhona. Na rua, pertinho dos três detidos, estava um rapaz, que não teve o nome divulgado, montado em uma motoca. Os homisdalei levaram o sujeito pra sisplicar e liberaram em seguida. Investigam agora se o motoqueiro tava envolvido no esquema.

Com o flagra, Roseli ganhou uma passagem só de ida pra conhecer como são os aposentos atrás das grades. Já os menores terão que sisplicá direto na justa.

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A safadeza de tentar mandar droga pra dentro do presídio não é uma exclusividade dos presídios da Ilha. Em Itajaí um tiozão foi guentado terça-feira tentando entrar com droga no presídio peixeiro.

Antônio Luís Fermino Nunes, 50 anos, mocosou nove torrões de maconha e um chip de celular dentro do tênis, achando que ia conseguir entrar diboa no horário de visita pra entregar a bagulhada pra um comparsa detento.

O pessoal da revista não deu bobeira e descobriu o esconderijo do cara. Ele foi levado pra 1ª depê e depois devolvido pro cadeião, dessa vez pra ficar atrás das grades.

A polícia tenta agora descobrir para quem o traste pretendia entregar a droga. O malaco resolveu dar uma de espertalhão, apertou a boca e não abriu o bico. Segundo a administração do presídio, essa não foi a primeira vez que tentam entrar com droga no cadeião. Como quem vai fazer uma visita passa por uma revista, eles garantem que dificilmente a droga consegue chegar ao destino.

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