• Postado por Tiago

A city de Palhoça quer mesmo ser reconhecida pelo cuidado que tem com o meio ambiente. O pontapé inicial já foi dado: a prefa encomendou uma traquitana que transforma mil litros de óleo de cozinha por dia em mil litros de biodiesel/dia. Pelo menos foi o que disse o prefeito Ronério Heiderscheidt na semana passada, sigabando dos resultados das viagens ao Rio Grande do Sul e a Coreia do Sul.

Quem vai tomar conta do equipamento é a galera da Associação dos Maricultores, que também faz a coleta do óleo usado.

Este é o segundo maquinario que uma prefeitura do país adquire da empresa Biotechnos Projetos Sustentáveis, de Santa Rosa, Rio Grande do Sul, que instala pequenas plantas de biodiesel e é sede do projeto Bioplanet. O combustível produzido dá pra abastecer toda a frota de máquinas, ônibus da Apae e transporte escolar de Palhoça. Só Vera Cruz, no RS, tem outra máquina que nem esta.

Outra novidade foi a alternativa apresentada pelo prefeito para solucionar o destino do lixo e dar um fim para o aterro sanitário. Trata-se de uma usina industrial de reciclagem, onde todo o material será reaproveitado. O acordo de fornecimento do equipamento foi assinado em Seul, na Coreia do Sul.  

Para se ter uma ideia de quantidade, a grande Florianópolis produz por dia mil toneladas de lixo. O prefeito Ronério diz que  Palhoça será o primeiro município no ocidente a utilizar a moderna tecnologia coreana destinada para reciclar o lixo.  Um acordo de cooperação foi assinado entre Palhoça e o governo coreano para o desenvolvimento do primeiro Complexo Industrial de Reciclagem de lixo na city. O investimento total é de R$ 22 milhões. 

Vigésimo quinto município brasileiro mais dinâmico de um ranking de 100 cidades nacionais, Palhoça foi considerada pela Secretaria do Estado da Fazenda como a cidade que mais cresceu em 2007 na região metropolitana, numa taxa chinesa de 11,42%.  fonte: Noticenter

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