• Postado por Tiago

O tal vírus da gripe porca tá mesmo perambulando por toda a região. Agora foi a vez da secretaria da saúde de Penha anunciar que três casos suspeitos estão sendo monitorados no município. Já em Itajaí, subiu para 39 o número de peixeiros com suspeita de estarem com a gripe A.

Os casos monitorados na Penha são de duas crianças e uma mulher. Todos já foram examinados e ficarão em observação até que os resultados dos exames fiquem prontos. A vigilância sanitária da city informou que por causa do grande número de exames que estão sendo feitos na região, os resultados só serão divulgados dentro de 20 dias.

Jaine Luci Spricigo, enfermeira responsável pela epidemiologia, disse que o município está bem preparado para identificar todos os sintomas e sabe como tratar os casos suspeitos da gripe porca. “Estamos monitorando todos os casos e, por enquanto, não existe motivo para pânico da comunidade”, afirmou

Itajaí

Mais quatro casos suspeitos apareceram na cidade peixeira, aumentando para 39 o número de pessoas que estão sendo monitoradas. O pessoal da secretaria da saúde segue pedindo pra todas as pessoas que tenham algum sintoma da gripe porca procurem um postinho de saúde para serem examinadas.

Na manhã de ontem, mais enfermeiros e agentes comunitários de saúde receberam uma aulinha sobre a doença no auditório da prefa. A intenção foi esclarecer todas as dúvidas dos barnabés sobre a gripe porca, já que eles trabalham diretamente com o povão e servirão como multiplicadores das instruções, entregando panfletos e orientando.

“Os agentes têm contato direto com a comunidade, daí a importância dele estar bem informado e apto a ensinar as formas de prevenção da gripe”, disse a secretária Dalva Maria Rhenius.

Para os enfermeiros, a aulinha foi mais detalhada e tratou dos sintomas e procedimentos a serem tomados com pacientes suspeitos. A partir de hoje, 30 mil panfletos com informações da gripe porca começam a ser distribuídos pela city. Cartazes explicativos também estarão colados em ambientes públicos, como escolas, postinhos de saúde, nos ônibus coletivos e espalhados pelo comércio peixeiro.

  •  

Deixe uma Resposta