• Postado por Tiago

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Periquito jura que tudpo não passa de um mal entendido

O tribunal da dona justa catarina chamou o prefeito de Balneário Camboriú, Edson Periquito (PMDB) a sisplicar sobre o ataque de raiva que teve contra uma funcionária da vigilância sanitária do estado. O piti rolou no dia 21 de março, quando a moçoila participava de uma vistoria no hospital Santa Inês. O prefeito teria se irritado com a inspeção e dito que a função da guria era cuidar de sanitário. Ela registrou o caso na delegacia e carcou um processo no homem-pássaro.

Na época, o hospital tava fechado depois de ter sido invadido por um lamaçal, no início do mês. Pra que fosse reaberto, precisava passar por uma bizolhada da vigilância da Santa&Bela, que queria comprovar em que pé tava a desinfecção do prédio.

A visitinha rolava numa boa, até o prefeito bater boca com a nutricionista Raquel Lemkuhl, que trampa como fiscal. A barnabé disse à polícia que o prefeito a procurou no setor de esterilização de materiais e falou que ela não deveria interditar obra nenhuma, e sim fazer seu serviço que era cuidar de sanitário. Pra completar, teria dito que a muié era empregada dele. Raquel não quis levar desaforo pra casa e respondeu que tinha feito concurso público pra fiscal e não precisava de cargo comissionado.

Na época, Periquito disse que foi tudo um mal entendido. ?Eu a vi do lado de fora do hospital, e soube que ela tava querendo interditar a obra externa. Falei que a função dela era lá dentro, cuidando da parte da vigilância sanitária. Depois descobri que ela tava mesmo só conversando sobre a obra?, afirmou.

Ele disse ainda que pediria desculpas à moça assim que a encontrasse. ?Não é nada que não possa ser superado?, soltou. Mas pelo jeito, deve ter mudado de ideia, porque o tal pedincho de desculpas nunca veio. ?Ele nunca me procurou?, disse Raquel.

A saia-justa levou à reabertura do Santa Inês mesmo sem autorização da vigilância estadual, no dia 23 de março. A história foi parar nas mãos do ministério público, que pediu explicações à prefa.

Pano pra manga

O bafafá entre fiscal e homem-pássaro tá correndo no tribunal de justiça, já que o prefeito tem foro privilegiado. A audiência pra resolver o perrengue ficou marcada pro dia 17 de julho, quando Periquito e Raquel vão ficar cara a cara dinovo. O responsável pelo caso é o desembargador Moacyr de Moraes.

A fiscal não quis dar detalhes sobre o processo, mas o procurador da prefa, Marcelo Freitas, que representa Periquito na ação, reforça a tese de que foi tudo um mal-entendido. ?Falaram mesmo pro prefeito que a vigilância tava querendo embargar a obra de contenção do morro, e aconteceu esse equívoco. Mas não houve calúnia e nem difamação?, acredita.

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