• Postado por Tiago

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Prefeito acredita que secretariado está supimpa

O prefeito de Balneário Camboriú, Edson Periquito (PMDB), negou na tarde de ontem qualquer reforma em seu secretariado, e que ainda não definiu se os vereadores Claudir Maciel (PPS) e Nilson Probst (PMDB) retornam às secretarias de Planejamento e Segurança, respectivamente.

O homem-pássaro vem enfrentando uma série de críticas, especialmente da oposição, quanto ao trabalho de seu secretariado. Abobrões como os secretários de Saúde José Roberto Spósito (PP), Articulação Política, Marcos Weissheimer (PMDB) e Inclusão Social, Luís Maraschin (PR) aparecem no topo da lista dos espinafrados pela bancada tucana da câmara de vereadores. ?A política é dinâmica, não é estática, mas eu não tenho previsão de qualquer troca de secretariado neste momento?, disse Pirica.

Mesmo com as críticas, o mandachuva da Maravilha do Atlântico Sul acredita que todo o secretariado fez um baita trabalho, inclusive Spósito, que, segundo dedos-duros de dentro da prefa, estaria com a corda no pescoço. ?Pegamos o Hospital Santa Inês falido, com apenas 70 leitos e hoje ele está com 170 leitos e funcionando normalmente. Se você avaliar tudo que o Spósito fez pela saúde este ano, demos um show?, simpolga o prefeito.

Nilson e Claudir ficam

Os dois secretários que foram ?emprestados? para a câmara, em uma minirreforma feita em outubro, ainda não sabem se voltam ou não para o executivo ou se esquentam as estofadas poltronas do legislativo por mais alguns meses. Periquito se diz muito contente com a atuação de Claudir e Nilson, e que os abobrões conseguiram abrir o debate e defender os projetos propostos pelo executivo. ?Gostaria que eles permanecessem por mais um período, mas não existe imposição. Nossa relação é de muito diálogo?, diz.

Claudir Maciel disse que a situação deve ser discutida em uma reunião no fim de semana, que deixou uma série de projetos encaminhados na secretaria de Planejamento, e que gostaria de concluí-los. ?Estou à disposição do prefeito, se minha permanência na câmara for necessária, eu o farei com o maior prazer?, falou o engomadinho.

Já Nilson acredita que a volta para a câmara foi essencial, porque a casa precisava de uma nova dinâmica. ?Estamos apanhando muito?, explica. Com a formação da guarda municipal, a tendência é que o vereador, que foi um dos autores do projeto que criou a bagaça, retorne à secretaria, mas Nilson diz que a decisão final é do prefeito.

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