• Postado por Tiago

O pangaré ficou mais de cinco horas borocochô num terreno, sem atendimento

A leitora H.A., 22 anos, tá revoltada com o núcleo de Controle de Zoonoses de Itajaí, que teria se negado a socorrer um cavalo caído num terreno baldio. O bicho ficou no local por mais de cinco horas, na manhã de quarta-feira, no bairro Cidade Nova.

H. disse que saiu de casa às 7h e o bicho tava jogado ali. Na volta pro almoço, o cavalo tava do mesmo jeitinho. Como o animal parecendo estar doente, ela ligou pra zoonose e a atendente teria dito que só podia ir até o local se ela fizesse um boletim de ocorrência ou se o cavalo tivesse atrapalhando o trânsito, pois não podia entrar no terreno dos outros.

Ieda Passos, coordenadora da Zoonose, explicou que como os agentes do órgão não têm poder de fiscalização, essa função foi repassada pra fundação do Meio Ambiente (Famai), que pode, inclusive, entrar numa propriedade privada pra verificar os maus tratos e depois encaminhar pra um veterinário, se for necessário.

A coordenadora disse que a funcionária que faz os atendimentos teve problemas de saúde e provavelmente quem a substituiu não soube resolver o caso. Os telefones da Famai são: 47 3348-8031 e 0800 647 8031.

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