• Postado por Tiago

A entrevista coletiva marcada pela PF na manhã de ontem, não serviu pra muita coisa. Os delegados, alegando segredo de justiça, não contaram o nome de nenhum dos envolvidos, nem maiores detalhes das investigações. A investigação da PF foi comandada pelo delegado Luiz Carlos Korff Rosa Filho, que inclui no inquérito conversas telefônicas realizadas com autorização da justiça e provas de que os R$ 100 mil foram pagos pra que a Arrows pudesse voltar a ter sua inscrição fiscal regularizada. “Gostaria de registrar que bons funcionários da Fazenda tentaram impedir a operação, mas não conseguiram”, disse o delegado, durante a coletiva.

O inquérito da operação Transparência já tá na mesa do procurador geral de Justiça Gersino Gomes Neto desde ontem pela manhã. Ele acredita que até terça-feira consiga fazer a papelada caminhar. Ele adiantou que não vai pedir mais provas e nem novas diligências já que acompanhou todo o trabalho realizado pela PF.

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