• Postado por Tiago

Pra polícia Civil, as evidências deixam claro que o crime foi mesmo um latrocínio. O fato de o assassino usar o cartão de crédito e o carro do padre depois da morte comprovam que Maykon teve vantagens com a morte do religioso. Os tiras acreditam que a mudança repentina de depoimento é uma tática da defesa, mas que não deve colar na dona justa.

Com a nova versão do matadô, a COP encerra as investigações e ontem mesmo encaminhou o inquérito policial ao Ministério Público, que decidirá que tipo de crime Maykon responderá. A polícia também pedirá ao MP que seja feita a reconstituição do assassinato na próxima semana e também que os vigias do posto Maiochi reconheçam a fuça do assassino.

Enquanto não sai a reconstituição, Maykon será guardado num cadeião da região. Já os comparsas do matadô, Diego Rafael Custódio Torman e William Barth Ginardi, ambos de 19 anos, vão responder em liberdade o processo de receptação, por também terem usado o carro e o cartão do padre.

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