• Postado por Tiago

INTERNA-POLÍCIA-CINCO-ABRE-PADRE_ALVINO_PALESTRA

Padre morreu com oito golpes de faca nas costas e na cabeça

A central de Operações Policiais (Cop) de Itajaí já tá analisando o celular do padre Alvino Broering, 46 anos, assassinado na madrugada de segunda-feira, às margens da BR-101, no Espinheiros. As ligações e as fotos encontradas no celular tão ajudando os tiras a chegar bem pertinho do assassino.

Os policiais não querem abrir muito a boca, mas adiantaram que estão seguindo um rumo que pode chegar rapidinho ao homem que executou o padre com oito facadas ? a maioria na cabeça e costas. ?Já temos alguns suspeitos?, adiantou um investigador. O celular do padre era bem requisitado e nele havia várias ligações no domingo ? o último dia de vida do sacerdote.

Além de periciar o aparelho, os tiras tão ouvindo testemunhas do caso. Dois vizinhos e os vigias do posto já foram interrogados pelo delegado Rui Garcia dos Santos. Um dos vizinhos foi até a Cop após ler a matéria do DIARINHO, que citava que a polícia apreendeu uma rolha de champanhe na garagem da casa do padre.

O vizinho contou que foi ele quem abriu a bebida e a rolha acabou na garagem do vizinho? que também abriga a rádio Conceição. Os policiais contaram que nada foi levado da casa do padre e, até agora, o único pertence roubado foi o Astra, placa MDA 1814 (Itajaí), que continua desaparecido.

O crime

O padre foi furado por volta das 2h de segunda-feira por um homem que estava com ele no carro. O possante parou em frente a Itadisa, na BR-101, e o capelão desceu desesperado em busca de ajuda. O assassino foi atrás e o acertou pelas costas. O religioso foi socorrido pelos bombeiros e chegou com vida ao hospital Marieta Konder Bornhausen, mas não resistiu aos ferimentos e morreu perto das 6h, no centro cirúrgico do hospital. O corpo foi velado em Itajaí e enterrado no túmulo da família Broening em Santo Amaro da Imperatriz, na Grande Floripa.

  •  

Uma Resposta to “Polícia analisa fotos e ligações do celular do padre Alvino”

  1. afonso Diz:

    Não sei qual foi a fonte, mas com todos as letras DIARINHO insinuou em reportagem anterior que o Padre Alvino “teria” festejado com champagne em companhia do “presumível” assassino, depois “teriam” saído juntos no Astra por volta da meia-noite. Não fosse a atitude digna do vizinho que se apressou em esclarescer sobre a origem da rolha do champanhe, ficaria a presunção negativa causada pela reportagem anterior. Parabenizo o DIARINHO por publicar o esclarescimento desse vizinho.
    Na verdade, DIARINHO não afirmou ou acusou expressamente, mas forneceu todos os elementos que induzissem o leitor a fazer uma imagem negativa precipitada do Padre que infelizmente não tem mais como se defender das maledicências proferidas contra sua imagem.
    Fiquei com a impressão de que existia conflito de interesses entre DIARINHO e o Padre assassinado ou com sua emissora de rádio comunitária.
    Como assinante antigo e assíduo leitor on line, por vezes acho que DIARINHO pega pesado contra seus desafetos.
    Rogo aos editores cautela em relação as notícias veiculadas. Principalmente contra uma vítima de tão brutal violência, que não tem como se defender. Sua vida já foi precocemente ceifada. Não vamos “assassinar” sua imagem, sua memória.
    Se for comprovado um comportamento indigno do Padre assassinado, é natural que se noticie. Mas insinuações precipitadas denigrem a imagem e seriedade do autor das maledicências, seja Polícia, Jornais ou quem quer que sejam.

    Afonso Sabel

Deixe uma Resposta