• Postado por Tiago

A polícia civil da capital desvendou o latrocínio – roubo seguido de morte – de Andréa Soncini, 42 anos, que rolou no mês de abril, em frente a casa de seu pai, no bairro Trindade, em Florianópolis. O suspeito do crime é o dimenor A.S.C., 14 anos, detido durante uma operação no Morro do Horácio, na madrugada de terça-feira.

O traste foi reconhecido por testemunhas como o assassino. Ele roubou a caranga da vítima e a abandonou no bairro Jardim Cidade, em São José, na Grande Florianópolis. Duas semanas após a morte de Andréa, o safado ainda assaltou o marido dela, Cláudio Soncini, no mesmo local que a mulher foi morta.

O delegado Ênio de Oliveira Mattos contou que A.S.C. é morador do Morro do Horácio e possui passagens por tráfico de drogas, porte ilegal de armas e assassinatos. Além da morte de Andréa, o mini-traste responde pela execução de Fernando Gazola, 21, morto no Morro do Horácio também em abril, pelo assassinato de Gildo Ovelar Ferreira e por tentar matar um policial civil, no mês passado, no bairro Armação do Pântano do Sul, na capital.

O menor S.K., 15 anos, que também caiu na operação no Morro do Horácio, assumiu o assassinato de Gildo. Ainds foram guentados no atraque Roni Souza da Luz, 26, Pablo Andrei Carvalho, 18, e Leila Mani Carvalho, 22, e os menores J.R., 16, V.R., 14, e K.C.R., 13.

A quadrilha é acusada de assassinatos, assaltos, arrombamentos, tentativas de mortes e de vender drogas. Roni, Pablo e Leila foram guentados por formação de quadrilha, associação pro tráfico e corrupção de menores.

Entenda o caso

Andréa foi rendida por um assaltante enquanto estacionava em frente a casa de seu pai, na rua doutor Percy João de Borba, na Trindade. Segundo testemunhas, Andréa reagiu ao assalto e acabou sendo atingida por dois tiros – um no peito e outro no braço. Ela foi levada ao hospital, onde teve duas paradas cardíacas e morreu na mesa de cirurgia.

O assaltante fugiu com o veículo da vítima e o abandonou no bairro Jardim Cidade de Florianópolis, em São José, com as calotas trocadas. Tinha ainda manchas de sangue nos bancos da frente. Uma testemunha contou à polícia que o assassino entrou num Uno e deitou o cabelo.

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