• Postado por Tiago

A puliça civil de Balneário Camboriú acabou com a farra de um cassino clandestino que funcionava no centro da city. Os homisdalei tinham recebido denúncias de que uma renca de tansos andava perdendo até as cuecas na jogatina, e resolveram conferir o que tava rolando. Na hora do atraque, cinco pessoas apostavam alto numa mesa de pôquer. Todos foram levados pra depê pra sisplicar.

Os dedos-duros de plantão tinham avisado à polícia que o jogo ilegal rolava numa baia da rua 951, na maior caruda. Nem foi preciso os tiras ficarem muito tempo de butuca pra descobrirem que a denúncia era quente.

No início da noite de segunda-feira, quando o cassino começava a ferver, os homis deram o atraque. Eles imaginaram que iam catar maquininhas papa-trouxas, mas ao invés das maquinetas deram de cara com um grupinho apostando uma dinheirama no jogo de pôquer.

Eram quatro homens e uma muié, todos cinquentões. Um dos caras era gringo: veio da Jordânia pra perder dindim no Brasil. Quem se apresentou como responsável pela jogatina foi P.S., 56 anos.

Pelo jeito, a baiuquinha tinha um bom movimento. Foram guentados 10 baralhos, 35 fichinhas de apostas que tavam esparramadas na mesa do carteado, uma maleta de fichas, seis blocos de apostas e quatro cadernos com anotações das dívidas de jogo.

Também foi encontrado um calendário do jogo do bicho e um livro pra inspirar os jogadores viajões, cujo título era Sonhando com a Sorte, pra quem acha que dá pra encher o bolso de bufunfa enquanto baba no travesseiro.

Tudo foi juntado pelos homisdalei e levado pra depê. Os jogadores e o gerente da jogatina também ganharam uma carona com a polícia e precisaram ter um plá com o delegado. Depois de prestarem depoimento, os tansos que tavam perdendo grana no carteado foram liberados. O cara que se apresentou como responsável pela treta assinou um termo circunstanciado por exploração de jogo ilegal, e vai ter que sisplicar com a dona justa.

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