• Postado por Tiago

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Traficantes tinham transformado o pedaço em área livre pra venda de drogas

A polícia civil de Balneário Camboriú resolveu incomodar a bandidagem da região. Nove carinhas metidos com o tráfico de drogas foram guentados numa operação dos homisdalei na noite de quarta-feira. A trupe caiu com 73 pedras de crack e uma dinheirama na faixa de areia da Maravilha do Atlântico.

Depois de receber várias denúncias que o comércio de droga tava rolando solto na avenida Atlântica de Balneário, os tiras resolveram dar um bizú na região. Na operação flagraram a circulação e o comércio de porcaria que tavam rolando soltos naquele trecho da praia. Moderninhos, os policiais chegaram até a usar uma câmera filmadora e gravaram toda a movimentação dos caras.

Na operação os tiras não deram arrego pra quem tava dando banda na área monitorada e acabaram com a bandalheira. No momento do atraque, nove pessoas se aglomeravam na região. A prisão teve apoio da polícia militar, que também vinha acompanhando o tráfico de drogas no centro da Maravilha do Atlântico.

Valmir da Roza, 29 anos, tentou silivrar da bronca e jogou uma trouxinha de plástico no chão. Os policiais, que tavam mais ligados que lâmpada de poste, notaram que tinha alguma treta rolando: cataram o pacote e encontraram 50 pedras de crack. Com Valmir foram apreendidos ainda 210 pilas em notas miúdas, coisa comum no tráfico.

Everton Rodrigues Galvão, 18, também garantiu sua ida pro xilindró. Com ele foram guentadas outras oito pedras do capeta. Logo em seguida, foi a vez do Diorgenes Jorge Antunes Stefens, 24, passar por revista. Ele caiu com três torrões de maconha.

Enquanto os policiais davam o atraque, o gaúcho C.B.J., 15 anos, apareceu bem doido e tentou sisconder atrás de uma cadeira de plástico. O super-esconderijo do moleque não colou com os homis que também reviraram o guri de cabeça pra baixo. Com ele, foram encontradas mais 15 pedras do demo.

Diante do flagra, os cinco foram encaminhados pra sisplicar na delegacia. Junto com eles, foram levados Irineu Oliveira Arruda Júnior, 18, Augusto José Colling Frantz, 27, D.A.N., 17, D.J.M.O., 14, e D.S., 17, que tavam dentro do quiosque sabe Deus fazendo o que.

Depois de bater um papo com os homis, Valmir, Everton e Diorgenes, ganharam uma vaguinha por tráfico no apertado e fedorento xadrez. Todos tão metidos com a venda de droga e já caíram como usuários ou comerciantes de porcariada.

O resto do bando foi liberado por ser viciado ou por ser dimenor. Como não há vaga no centro de internamento provisório (CIP), os moleques responderão pela bronca direto com a justa.

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