• Postado por Tiago

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Malaco tava entrando num táxi quando recebeu a visita dos homisdalei

Homis da Diretoria Especial de Investigações Criminais (Deic) colocaram atrás das grades um traficante que era responsável por abastecer o comércio de porcarias pelos morros da Grande Floripa. O mulambento faz parte de uma quadrilha que já tava sendo investigada há algum tempo pelos homisdalei. Há duas semanas, dois de seus comparsas foram em cana com nada menos que 50 quilos de marofa.

Leomar dos Santos Comin, 29 anos, foi pego no pulo no início da noite de quinta-feira, quando entrava num táxi, no bairro Santa Mônica, pra tentar siscapulir. O traste desconfiou que poderia ser levado pra ver o sol nascer quadrado porque sabia que seus companheiros no mundo do crime já tavam em cana. Pra completar, tava pedido pela dona justa de Foz do Iguaçu (PR) por conta de dois assassinatos e já respondia inquérito por estar metido com o comércio de porcarias na Santa & Bela.

Assim que deu de cara com os tiras da Deic, Leomar tentou passar o migué e apresentou uma carteira de identidade e um CPF fajutos, com o nome de Kleber Antônio Prado Sakuno. Os homis, que de bobos não têm nada, sacaram que o traste tava dando uma de tanso e lascaram-lhe o teje preso. Com o mulambento foi encontrada uma pequena quantidade de maconha.

Bando de coisas-ruins

Leomar faz parte da quadrilha que foi grampeada há 15 dias no bairro Rio Vermelho. A primeira a ir em cana foi Jussara de Andrade, 23. Com a mulé foram guentados nada menos que 50 quilos de erva do demonho.

Os homis da Deic descobriram que a guria era responsável pelo atendimento a outros traficas que queriam abastecer seus estoques de porcarias. O esquema era tão bem feito, que o bando chegou a alugar uma quitinete só pra fazer as negociações. Logo depois da doida, um outro comparsa dela, que tinha a responsa de buscar os carregamentos de drogas no Paraguai, também caiu nas garras dos puliças.

O delegado Alexandre Kale, da divisão de repressão a entorpecentes da Deic, disse que Leomar ficava com a função de fazer os contatos com outros traficas e marcar as encomendas. Ele era responsável por anotar os pedinchos de porcariada dos mequetrefes que distribuem drogas pelos morros de Floripa e região. A puliça vai continuar as bizolhadas pra tentar identificar outros membros da quadrilha e guardar todos na gaiola.

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