• Postado por Tiago

O departamento de administração penal (Deap), em parceria com o polícia civil de Palhoça, investiga a morte de um detento na Colônia Penal Agrícola. Jossemar de Campos, 25 anos, passou desta pra uma melhor na noite de terça-feira. O cara andava atazanando tanto os presos do local que eles resolveram dar fim no colega.

Jossemar foi encontrado com marcas de espancamento e uma corda amarrada ao pescoço.
Um policial militar que fazia rondas numa das ruas atrás da penitenciária, viu o corpo jogado do lado de fora de um dos alojamentos.

Agentes de segurança trancaram todos os presos do regime semiaberto e foram ver o que tava rolando, mas Jossemar já tava morto.
O carinha era natural do Paraná, mas aprontava todas em Navegantes.

Depois de ser condenado por assassinato e roubo, Jossemar ficou um tempo no cadeião de Itajaí. Ele liderou uma rebelião em terras peixeiras e logo foi transferido pra Chapecó e, depois, pra Palhoça.

Segundo a direção da penitenciária, ele tava na colônia agrícola há menos de um mês, mas já andava cantando de galo. Os policiais contam que Jossemar era metido a querer mandar nos outros presos e chegou querendo ser o chefão do regime semiaberto. Os outros presos parece que não gostaram das atitudes do cara e teriam resolvido dar cabo da vida dele. O corpo foi encaminhado pra o IML da capital.

Os homis tão investigando a treta pra chegar nos autores do assassinato. Até que seja resolvido o perrengue, pra garantir a segurança do pessoal que trabalha na colônia foram tomadas algumas medidas, como a redução da permanência dos presos do regime semiaberto fora das celas.

Recentemente, presos de uma das alas do semiaberto foram flagrados durante uma festa com direito a bebida e comida. Para o diretor geral do Deap, Hudson Queiroz, as recentes mudanças administrativas na unidade estão surtindo efeito. A segurança foi reforçada com mais oito agentes e a entrada de drogas foi reduzida.

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