• Postado por Tiago

Os tiras da Central de Polícia de Balneário Camboriú não pretendem investigar a história de que Lucilene Aparecida Teixeira, 24 anos, apontada como uma das assassinas do aposentado Güinther Frientchs Burckhardt, 82 anos, tinha acabado de voltar da Suíça. O delegado da central de Polícia, Eliomar Beber, não quer nem saber se a guria foi pra Suiça ajudada por alguma rede de prostituição internacional.

A viagem da mulher à Europa surgiu durante o interrogatório de Lucilene. Durante o bate-papo com a equipe de investigação, a moçoila deu com a língua nos dentes e contou que tinha recém voltado de uma viagem a Suíça, que é considerado um dos países mais ricos do continente.

O estranho nessa história toda é que a prostiranha fazia ponto na marginal Oeste e avenida do Estado, no Balneário, e não teria condições de bancar uma viagem dessas. O dotô Beber já adiantou que não quer nem saber das viagens da moça da vida. Ele também desconhece se a moça foi levada pro exterior por alguma dessas redes de prostituição que adora mandar brasileira se ferra nos estranja.

Pra o delegado o caso do assassinato do aposentado está encerrado e não há razão para averiguar em quais condições Lucilene foi parar na Suíça.

Matou o cliente

Lucilene foi presa na quarta-feira passada, junto com Edeniz Aparecida Laranjeira, de 21 anos, quando batiam ponto no centro da city. Elas são apontadas como as responsáveis pelas marteladas que mataram Güinther na noite de sábado. Ele também foi sufocado com uma toalha. O assassinato teria rolado por um desacerto na hora de firmar o valor do programa.

O corpo foi encontrado na segunda-feira de manhã caído na sala do apartamento do nono andar do edifício Sunshine, na avenida Brasil, no centro de Balneário.

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