• Postado por Tiago

O assassinato da enfermeira Adriana de Souza, encontrada morta na garagem de casa com um tiro no peito na madrugada de 26 de maio de 2001, ganhou mais um capítulo na manhã de ontem. A pedido do Ministério Público, a polícia civil refez, junto com os dois acusados e dois familiares, os últimos passos da jovem, morta aos 23 anos de idade. A reconstituição do crime foi na casa da vítima, na avenida Campos Novos, no São Vicente, em Itajaí.

Adriana namorava há um ano com Ércio Caldeira de Amorim e há um mês os dois estavam noivos. Os pombinhos e o irmão do noivo, Étison Caldeira de Amorim, voltavam de uma festa quando rolou a tragédia. A acusação diz que o casal tinha brigado. Depois de deixar a garota no portão de casa, o noivo atirou na coitada. A versão da defesa é de que depois que a guria entrou na baia, pegou a arma do então noivo e tirou a própria vida. O trabuco foi encontrado um dia depois, na casa do pai do suspeito.

Durante duas horas, os peritos fecharam um trecho da rua, perto da ponte Nilo Simas, pra poder medir, fotografar e filmar cada passo dos interrogados. Além dos irmãos Amorim, também refizeram todo o trajeto e contaram sua versão da história a mãe da vítima, Vanda de Souza, e o irmão Degon Roberto de Souza. O laudo da reconstituição, analisando as versões dos fatos, deve ficar pronto dentro de um mês. Uma quinta testemunha, um vizinho da vítima, acabou morrendo antes de depor sobre o que viu.

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