• Postado por Tiago

INTERNA-POLÍCIA-PÁGINA-CINCO---monitoramento-fotos-inauguração-cameras-002-(1)

Sistema operacional de Itajaí tá defasado e perde ligação

O prefeito Jandir Bellini (PP) prometeu. O vereador Laudelino Lamin (PMDB) bateu um papo com o governador da Santa & Bela, Luiz Henrique da Silveira (PMDB), e disse que resolveu. A promessa dos políticos é de que o centro de Operações da Polícia Militar (Copom) não sai de Itajaí. Se o 190 da PM não vai mesmo pra Balneário Camboriú, só o tempo dirá. Por enquanto, quem tá sofrendo as consequências da possível permanência do órgão na city peixeira são os milicos que trabalham no local. Eles tão sofrendo retaliação porque o Copom não iria pra Maravilha do Atlântico. Esta semana a câmara de Vereadores recebeu um ofício assinado pelo comandante geral da polícia Militar, Eliésio Rodrigues, onde justifica os motivos da transferência do Copom. O documento não deixa claro, mesmo assim, se a trasferência vai ocorrer ou não.

Os milicos contaram que desde que o tenente-coronel Carlos Alberto Mafra assumiu o comando do batalhão peixeiro tá sobrando pra eles. ?Ele já chegou dizendo que o mundo tava de cabeça pra baixo, porque onde já se viu um sargento (vereador Lamim) mandar em um oficial?, desabafaram os meganhas. O tenente-coronel estaria se referindo ao fato do vereador Lamim, ex-sargento da PM, ter encabeçado a luta pela permanência do Copom em Itajaí.

Sem poder descontar no vereador, o comandante estaria fazendo terrorismo com os atendentes do 190. Teria cortado as horas-extras do pessoal e teria colocado milicos fixos em cada turno, pra não dar chances dos policiais fazerem umas horinhas a mais. ?Sem as horas-extras temos uma redução de R$ 400 no nosso salário?, informaram os PMs. O estatuto da PM permite que um policial faça até 40 horas mensais pra incrementar a merreca que recebem.

O que diz o comandante do 1º Batalhão

O comandante do 1º Batalhão, coronel Carlos Alberto Mafra, garante que não cortou as horas-extras dos policiais que trabalham no Copom. O que fez foi colocar mais policial nas ruas de Itajaí, principalmente agora, no final do ano, quando o comércio fica aberto até mais tarde. O coronel diz ainda que é favorável à permanência do Copom em Itajaí, desde que seja reequipado. ?Temos que inovar?, ponderou. O Copom peixeiro tem 10 anos de atividade e está funcionando com equipamentos obsoletos. Em Balneário Camboriú todas as ligações são gravadas e em Itajaí, de cada 10 ligações, sete se perdem por conta da demanda de ligações. Para o Copom funcionar adequadamente são necessários 17 policiais.

  •  

Deixe uma Resposta