• Postado por Tiago

EP---Abre---Deputado-Joares-Ponticelli---Foto-Divulgação

Ponticelli está evitando declarações fortes

O partido Progressista (PP) não está nem aí pra manutenção ou não da tríplice aliança. Ontem, suas lideranças voltaram a afirmar que a possível coligação com o PT não depende de ?fatores externos?, mas só deve rolar mais pra frente. O presidente estadual da sigla, deputado Joares Ponticelli (PP), disse que as definições estão longe de acontecer e dependem de uma série de fatores.

Ponticelli conta que a definição das chapas nacionais contam muito para as decisões locais, e isso passa pela definição do apoio do PMDB ao PT, que deve respingar na Santa & Bela. ?Nacionalmente, o PP decidiu não se posicionar agora, para não atrapalhar as decisões estaduais. Só devemos voltar nosso foco à questão nacional na reta final das convenções partidárias?, lascou o deputado.

Já no estado, o deputado acredita que as conversas com o PT estejam mais avançadas do que com outros partidos, mas a aliança entre as duas siglas pode acontecer apenas no segundo turno. ?É uma outra possibilidade que eu tenho discutido com a Luci (Choinack, presidente estadual do PT), sair todo mundo separado no primeiro turno, mas já com uma aliança amarrada para o segundo?, revela.

Quanto às afirmações da executiva estadual do PT, de que as candidaturas de Ideli Salvatti (PT) ao governo e de Cláudio Vignatti (PT) ao senado eram irreversíveis, o progressista preferiu ser mais cauteloso. ?É um termo muito forte, como presidente do partido eu não tenho feito declarações assim. Quando você busca uma aliança, é natural buscar o maior espaço, mas se você coloca isso como condição definitiva, acaba por dificultar o diálogo?, disse, cauteloso. Ponticelli conta ainda que nas conversas com outros partidos tem pleiteado o nome de Angela Amin (PP) como cabeça de chapa, mas que não tem colocado isto como situação definitiva e irreversível.

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