• Postado por Tiago

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A criançada não brinca mais na pracinha de tanto fedor de xixi e cocô que tem por lá

Chefe do setor de migração da prefeitura diz que a culpa é dos moradores

A pracinha da esquina da avenida Palestina com a rua Paraguai, no bairro das Nações, em Balneário Camboriú, tá virada num mijódromo. A reclamação é de moradores e comerciantes da área. Andarilhos e bebuns que tomaram conta da área e tão vivendo por lá, fazem as suas necessidades pelos cantos e deixam a área fedendo pacas. Pra piorar, alguns mendigos mal educados incomodam os comerciantes, gospem nos clientes e fazem cacaca na porta das lojas.

A lojista Fernanda Ivanir, 42 anos, diz que os caras perderam a vergonha na cara. ?Chegaram a fazer xixi aqui na porta?, reclama.

O comerciante L.K., 62, vizinho de Fernanda, diz que tá de saco cheio. ?Ficam aí na calçada bêbados, xingando quem passa. Um, esses dias, cuspiu na minha cliente que estava aqui, encostada no balcão?, relata.

Já para o vendedor S.P.O.J., 48, o grande problema é a mijaceira e os totozinhos deixados na praça. Conta que o local tá virado num alho desde o início do ano, quando os mendigos resolveram usar a área como moradia e banheiro. O fedor é tanto, que fica até difícil passar pela pracinha. S. diz que até a criançada, que usava os brinquedos da praça, não aparecem mais. ?Tem criança que brinca de vez em quando, mas ninguém aguenta muito tempo parado lá?, afirma.

Comunidade dividida

A baderna dos andarilhos bebuns por lá é culpa de uma parcela da comunidade. Pelo menos é o que acusa Paulão Roberto de Souza, o chefe do setor de migração da prefeitura. ?Parte daquela população adotou eles. Dão comida, café, cobertor. Eles (andarilhos) não vão querer ir embora?, diz Paulão.

Embora faça o trampo de recolhimento dos moradores de rua, Paulão explica que a migração não leva ninguém à força. ?Nós não podemos obrigá-los a ir pra casa de habilitação e abrigo. Eles precisam querer ir conosco?, explica.

O chefe do setor de migração garante que vai aumentar a fiscalização naquela área e voltar a bater um papo com os andarilhos pra convencê-los de largar da zueira e seguir no caminho do bem.

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