• Postado por Tiago

A atual administração municipal tenta correr atrás do prejuízo e pra isso tão sendo feitas obras de ampliação da rede coletora de esgoto, estações de tratamento mais potentes e até projeto de limpeza dos afluentes cagados. Só que o orçamento da maioria das obras envolve uma grana preta e a burocracia pra liberar o dindim não tem deixado os projetos saírem do papel.

O secretário de meio ambiente, André Ritzmann, afirma que há um projeto que prevê a limpeza do rio Peroba e do Canal do Marambaia. As obras estão avaliadas em cerca de R$ 15 milhões cada e devem ser feitas pelo governo federal. No entanto, ainda não há previsão pro pessoal meter a mão na massa, já que faltam rolar as licitações e finalizar os projetos, pro dindim ser liberado.

Outro plano que tá parado por causa da burocracia é o “Produtor de água”, que prevê um novo plantio às margens do poluído rio Camboriú. O plano precisa passar pelo crivo dos vereadores da city, mas já entrou duas vezes na pauta da câmara e não foi votado.

“Já temos verba estipulada e tudo definido, depende apenas da aprovação da câmara”, garante o chefão da empresa Municipal de Água e Saneamento (Emasa), Ney Clivatti. O documento deverá voltar a ser discutido na sessão de hoje.

É devagar

Mas nem tudo está perdido. A passos de tartaruga, desde o início do ano, está sendo feita a ampliação da rede coletora de esgoto. Ney explica que Balneário conta com o sistema modernoso só no centro e na praia de Taquaras. A instalação da rede chegou agora à praia dos Amores, e ainda falta ser feita nos bairros São Judas Tadeu, Barra, Nova Esperança e parte do Ariribá.

Outra carta na manga da prefa é a instalação da nova estação de tratamento de esgoto que fica no bairro Nova Esperança. A obra começou em junho e só deverá ficar pronta em 2013. “Vai melhorar as condições de tratamento de afluentes sem deixar cheiro”, garante o chefão da Emasa.

Além das obras, Ney Clivatti afirma que está com planos de implantar projetos de caça ao esgoto clandestino, limpeza de ruas pra evitar mais contaminação da praia e construção do molhe do Marambaia. Por enquanto, as ideias estão todas no papéli.

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