• Postado por Tiago

INTERNA_13_base-direita_amjaprocor_foto-dona-mariquinha

Agora, a sede da Amjaprocor passa a maior parte do tempo fechada

A sede da Associação de Moradores do Jardim Progresso, Jardim Esmeralda e dos Cordeiros (Amjaprocor), na rua Eulípedes Amorim Leal, número 600, localidade do Jardim Esperança, o popular Brejo, tá virada num alho. O local, que é usado pela prefa como base pra programas sociais, tá sem segurança, quebrado e cheio de sujeira. Além disso, a prefa reduziu as atividades esportivas que oferecia à criançada da comunidade. O reclamo veio de moradores do bairro, que acusam a prefa de descaso com a comunidade.

O portão aberto e capenga denuncia que não há qualquer pessoa pra cuidar do entra-e-sai no local, que tem um galpão para encontros comunitários, quadras e um parquinho infantil. Uma montoeira de plásticos jogados no chão, restos de garrafinhas de suco e papel dão uma ideia do que o comerciante Raimundo Rodrigues da Silva, 55 anos, tanto reclama: a sujeira. ?Esse local tá precisando de atenção?, apela seu Raimundo.

L.M., 41, costuma levar a filhota pequena no parquinho da Amjaprocor. ?As pessoas têm preguiça de jogar as coisas no lixo, que tá ali no final?, lascou, apontando para as duas lixeiras num dos cantos da sede da associação. Ela também mostrou um esgoto a céu aberto no interior da associação e duas salas completamente largadas às traças.

Faltam cursos e atividades pra comunidade

Seu Raimundo mora coladinho à associação e por isso sempre acompanhou a muvucada no terreno da entidade. Ele lamenta que de algum tempo pra cá as atividades do lugar, que distraem e unem a molecada do bairro, têm diminuído.

A Amjaprocor tem um projeto em parceria com a fundação municipal de esportes e lazer (FMEL) e o governo federal. É o Segundo Tempo, que oferece à criançada do bairro aulas de várias modalidades de esporte.

O vizinho estranha que a movimentação da garotada diminuiu pacas este ano. Seu Raimundo diz que não vê mais a boa e alegre algazarra da petizada. ?O programa era uma benção. O pessoal recebia alimentos. Mas agora não vejo mais?, lamenta.

O comerciante chegou a sugerir que sejam implantadas algumas aulas pra ensinar as crianças a mexer em computadores. ?Esses meninos tão aí na rua, não fazem nada pra eles nem pra sociedade. Eles têm que aprender?, argumenta.

  •  

Deixe uma Resposta