• Postado por Tiago

Uma tropa de choque da secretaria estadual de Saúde e técnicos da vigilância epidemiológica foram hoje pra Tubarão, onde devem permanecer durante o final de semana. O motivo da viagem ao Sul do Estado foi a determinação da prefa daquele município de suspender as aulas da rede municipal por conta da gripe suína.

De acordo com informações da prefa de Tubarão, as aulas tão suspensas por 10 dias. Neste período, mais de seis mil alunos vão ficar em casa. A medida foi tomada como forma de tentar evitar a disseminação do vírus H1N1. Um levantamento realizado pela secretaria de Saúde daquela cidade confirmou que dos 717 casos suspeitos da gripe porca em toda a Santa & Bela, 110 são de Tubarão. Uma das três mortes confirmadas até agora foi registrada lá. Noemi Souza Martins tava grávida e morreu no dia 22 de julho por conta da peste.

Durante estes 10 dias, a Saúde de Tubarão também recomendou a suspensão de cirurgias eletivas em hospitais e clínicas da região, afastou as servidoras grávidas e orientou escolas particulares e a Unisul a também suspenderem o período letivo.

Outras atividades municipais que tavam marcadas pros próximos 10 dias que envolvem idosos, competições esportivas e encontros que reúnem muitas pessoas tão sendo transferidos pra outras datas.

A secretaria estadual de Saúde não confirma o bochicho que rolou hoje à tarde de que poderia usar o exemplo de Tubarão e sugerir a suspensão das aulas em outras cidades que tão empestadas pela gripe suína. O secretário estadual de Educação Paulo Bauer divulgou nota afirmando que todas as decisões em relação à gripe são feitas com orientação da secretaria de Saúde.

“Decisões de alguns municípios, de instituições de ensino privado e superior pelo cancelamento das atividades escolares são consideradas pela secretaria de Educação como isoladas e, no âmbito do seu nível de competência, respeitadas. A secretaria de Educação informa que as atividades escolares na rede estadual de ensino terão continuidade, pois não há, de acordo com a secretaria de estado da Saúde, indicativos epidemiológicos que recomendem o contrário”, diz a nota.

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