• Postado por Tiago
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Juiz Hildo já bateu um lero com comerciantes do aterro

A prefa da capital tenta novamente junto à 2ª Vara da Justiça Federal uma forma de evitar que comerciantes instalados no camelódromo e no cestão do povo da Baía Sul sejam despejados do local. No ano passado, a União pediu de volta a área de mais de 33 mil metros quadrados de onde mais de 200 famílias tiram o sustento. A ideia é construir na região a sede do Ministério Público Federal (MPF).

Na semana passada, o juiz Hildo Nicolau Perón considerou inviabilizada qualquer possibilidade de acordo porque a prefa não teria apresentado uma solução concreta pra resolver duma vez o problema. ?Se o município não apresentasse o estudo de viabilidade requerido pela União, presumiria o desinteresse na continuidade da negociação que poderia levar o feito à extinção por transação?, afirmou Perón.

O estudo de viabilidade inclui o potencial de aproveitamento do imóvel, o que pra prefa é um trabalho que precisa de mais tempo pra ser realizado. ?A obra projetada para o local não irá ocupar todo o espaço. Por isso uma das propostas é compartilhar a área. Assim, evitaríamos a geração de um grande problema social?, avalia o procurador geral do município, Jaime de Souza.

O estudo de viabilidade tá sendo realizado pelo Instituto de Planejamento Urbano (Ipuf). ?Já entregamos outros tantos documentos que poderiam servir de base para uma decisão sobre este caso, mas parece que eles não foram o suficiente?, acrescenta Souza. Os comerciantes ainda não se pronunciam sobre este rolo.

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