• Postado por Tiago

O ginásio de esportes Valdir José Nazário, no bairro São Cristovão, da Barra Velha, corre o risco de não ser reaberto até fevereiro, quando reiniciam as aulas. O local tá interditado há três meses, quando um vendaval destruiu o telhado. Mas um engenheiro descobriu que as telhas só foram pros ares porque a estrutura tava capenga. Agora, a prefa promete que não vai pagar os R$ 200 mil da reforma à empresa USS Construções Ltda enquanto eles não arrumarem os problemas ou vai lascar um processo no lombo dos responsáveis.

Segundo o procurador jurídico da terrinha do pirão, Eurídes Santos, a prefa tá estudando a hipótese de mover uma ação contra a construtora de Braço do Norte por causa dos problemas causados à comunidade com a interdição do ginásio. “Não podemos esperar mais. Eles (empresa) alegam que vão construir, mas até agora não apareceram para as reformas ou deram qualquer satisfação. As obras do ginásio precisam começar ainda neste mês, pra até fevereiro ficar tudo pronto”, manda Eurídes.

A USS já foi notificada pela prefa, que comprovou os problemas da reforma meia boca que a empresa fez. Sem a resposta da construtora, a prefa também não pagou os 200 mil reales que faltavam da primeira reforma, feita no ano passado. O prefeito Sammir Mattar (PMDB) pretende trocar esta dívida pelos trampos de correção do ginásio.

Estrutura capenga

Segundo o engenheiro da secretaria de Planejamento, Marcelo Metelski, a estrutura que segurava as telhas era bem meia boca e acredita que por isso o telhado foi pra chón com a ventania de setembro. Os parafusos não deram conta. “A proteção das arquibancadas também está soltando, tem trincas na parede e no meio da quadra”, reclama o engenheiro. O homi ainda afirma que estes problemas podem estar diretamente ligados à utilização de materiais de construção furrecas.

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